<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Sem categoria - Reencontro</title>
	<atom:link href="https://clinicareencontro.com.br/category/sem-categoria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://clinicareencontro.com.br/category/sem-categoria/</link>
	<description>O primeiro passo para uma nova vida.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Feb 2018 00:07:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-log-32x32.jpg</url>
	<title>Arquivos Sem categoria - Reencontro</title>
	<link>https://clinicareencontro.com.br/category/sem-categoria/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O que é a dependência química?</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/o-que-e-dependencia-quimica/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/o-que-e-dependencia-quimica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2018 16:53:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3203</guid>

					<description><![CDATA[<p>O uso de drogas e suas consequências é um dos problemas que mais afligem as famílias nos tempos atuais. Mas, apesar disso, esse não é um assunto que costuma ser debatido em profundidade e a falta informações deixam os pais extremamente inseguros quando se deparam com esse problema na família. O dependente químico normalmente é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/o-que-e-dependencia-quimica/">O que é a dependência química?</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de drogas e suas consequências é um dos problemas que mais afligem as famílias nos tempos atuais. Mas, apesar disso, esse não é um assunto que costuma ser debatido em profundidade e a falta informações deixam os pais extremamente inseguros quando se deparam com esse problema na família.</p>
<p>O dependente químico normalmente é visto como uma pessoa fraca, sem força de vontade e bom senso. E o problema, quase sempre é tratado como um caso de indisciplina e até de polícia. As famílias, sem a orientação adequada e por temer o preconceito, esforçam-se para resolver a situação usando uma abordagem ineficiente.</p>
<p>Não adianta esconder o problema. Fingir que ela não existe não vai eliminar a dependência e os males que acarreta. O primeiro passo é se informar. Saber o que é a dependência física, quais são as suas principais características e como ela afeta o indivíduo é fundamental para orientar as ações.</p>
<h3>O que é a dependência química?</h3>
<p>A dependência química não é falta de caráter ou desvio de comportamento. É uma doença que caracteriza-se por alterações cognitivas e comportamentais e sintomas fisiológicos, que se manifestam após o uso repetido do álcool e de outras drogas. Por alterar o comportamento do indivíduo, a doença traz uma série de complicações para o mesmo e para as pessoas do seu convívio.</p>
<p>As causas da dependência química são complexas e envolve uma série de fatores: genéticos, psicossociais e ambientais. Muitas vezes a pessoa começa fazer uso de drogas por curiosidade ou por pressão do grupo social. Dificuldades em lidar com os problemas, perdas, tristezas e até mesmo o sucesso também podem levar a pessoa ao alcoolismo, ao consumo de maconha e daí para as drogas mais pesadas.</p>
<p>Enquanto algumas pessoas são capazes de fazer uso ocasional de álcool, sem desenvolver a dependência, para outras, bastam os primeiros goles para que percam totalmente o controle. Isso pode ser explicado pela predisposição genética que algumas pessoas têm de desenvolver a dependência química.</p>
<p><strong>A dependência química é incurável</strong> ou seja, não existe um tratamento capaz de eliminar a doença do organismo. Mas, ela é passível de controle, desde que seja feito um acompanhamento constante do paciente.</p>
<p><strong>A dependência química</strong> é progressiva, tende a piorar os sintomas no decorrer do tempo. A pessoa passa a necessitar de doses cada vezes maiores ou de substâncias cada vez mais nocivas.</p>
<p><strong>A dependência física é fatal,</strong> pois os danos causados ao organismo são inúmeros e podem resultar em doenças pulmonares (enfisemas), do coração, dos rins e do cérebro. O dependente costuma adotar comportamentos de riscos que o levam a contrair doenças venéreas e AIDS. O uso de drogas costuma levar o indivíduo a se envolver com o crime (roubos, assaltos, etc) o que resulta em mortes violentas e precoces.</p>
<p>A dependência química é uma doença complexa e, como toda doença, exige um tratamento especializado. Esse tratamento pode incluir internações em clínicas especializadas, diferentes tipos de terapias e até uso de medicamentos. O tratamento adequado é capaz de estacionar a doença, fazendo com que o paciente possa conviver em sociedade e ter uma vida produtiva.</p>
<p>Fonte:Viver Sem Drogas</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/o-que-e-dependencia-quimica/">O que é a dependência química?</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/o-que-e-dependencia-quimica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O diálogo no caminho da recuperação do(a) Dependente Químico(a)</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/o-dialogo-no-caminho-da-recuperacao-doa-dependente-quimicoa/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/o-dialogo-no-caminho-da-recuperacao-doa-dependente-quimicoa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2018 17:36:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3200</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todos podem colaborar para o sucesso do tratamento da dependência química. Patrão, amigos, vizinhos… Porém o suporte maior deve vir da família, considerada fundamental para o sucesso do tratamento. As chances pioram muito quando a família não está por perto. Por isso, é sempre importante o diálogo para que o caminho da recuperação da dependência [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/o-dialogo-no-caminho-da-recuperacao-doa-dependente-quimicoa/">O diálogo no caminho da recuperação do(a) Dependente Químico(a)</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos podem colaborar para o sucesso do tratamento da dependência química. Patrão, amigos, vizinhos…</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-3201 alignleft" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2018/01/recuperaodedependentequimico-350x233-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2018/01/recuperaodedependentequimico-350x233-300x200.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2018/01/recuperaodedependentequimico-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Porém o suporte maior deve vir da família, considerada fundamental para o sucesso do tratamento.</p>
<p>As chances pioram muito quando a família não está por perto.</p>
<p>Por isso, é sempre importante o diálogo para que o caminho da recuperação da dependência química fique mais próximo. Através dessa ferramenta é possível estabelecer metas e formas para enfrentar as adversidades.<br />
A luta se torna mais igual quando a família participa e ajuda em todo processo.</p>
<p><strong>Assim, apresentamos abaixo 10 dicas para que os filhos realizem uma conversa franca e positiva com sua família sobre recuperação:</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Contar a história aos pais. De maneira geral, explicar como estava, o que aconteceu e como está agora. É possível que eles ouçam através das lentes do desapontamento, raiva ou culpa. Isso demandará vários esforços.</p>
<p><strong>2.</strong> Contar a história em etapas. Detalhes apenas quando for solicitado ou quando eles forem capazes de ouvi-la.</p>
<p>A capacidade dos pais em ouvir os filhos pode ser limitada pela experiência com problemas semelhantes, com álcool e outras drogas, ocorridos com outros membros da família ou, em alguns casos, por sentimentos sobre a própria experiência com o uso dessas substâncias.</p>
<p><strong>3.</strong> Expressar arrependimento por qualquer dor que tenha causado a eles e fazer reparações nas formas que puder.</p>
<p><strong>4.</strong> Dar aos pais informações sobre tratamentos e recuperação – essas informações podem ser obtidas nos grupos de apoio.</p>
<p><strong>5.</strong> Apresentar aos pais os processos que levam à recuperação. Convidá-los para reuniões abertas e prepará-los sobre o que esperar. Curiosamente, é considerado normal alguns pais sentirem, de alguma forma, ciúmes dos conselheiros profissionais e grupos de apoio.</p>
<p><strong>6.</strong> Ajudar os pais a se conectarem com outros pais e encorajá-los a freqüentarem grupos de apoio.</p>
<p><strong>7</strong>. Alinhar com os pais maneiras e caminhos para que eles possam apoiar a recuperação. Algumas delas podem ser bem simples, como por exemplo, transporte para os encontros com conselheiros ou grupos de apoio.</p>
<p><strong>8.</strong> Deixar os pais cientes que o ex-usuário precisa ser responsável por sua recuperação e isso é uma coisa que eles não podem fazer por ele.</p>
<p><strong>9.</strong> Alinhar as expectativas de forma clara. Elucide o que cada um fará para melhorar a comunicação e solucionar possíveis problemas no futuro.</p>
<p><strong>10.</strong> Caso os pais não estejam prontos para comunicação e apoio, o melhor é procurar outras fontes que possam oferecer apoio e orientação, até que os mesmos estejam abertos ao dialogo.</p>
<p>Fonte: Alagoas 24 Horas</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/o-dialogo-no-caminho-da-recuperacao-doa-dependente-quimicoa/">O diálogo no caminho da recuperação do(a) Dependente Químico(a)</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/o-dialogo-no-caminho-da-recuperacao-doa-dependente-quimicoa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dependência química: da doença à saúde</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/dependencia-quimica-da-doenca-saude/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/dependencia-quimica-da-doenca-saude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2018 15:13:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3196</guid>

					<description><![CDATA[<p>O uso de substâncias psicoativas permeiam os vários cenários da comunidade, desde os conflitos familiares, os casos de violência, o sofrimento psíquico e a circulação comercial das substâncias. O efeito da droga no organismo de cada pessoa depende de muitos fatores, dentre os quais as questões de concentração e características da substância utilizada, da via [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/dependencia-quimica-da-doenca-saude/">Dependência química: da doença à saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-3197 aligncenter" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2018/01/SV_fundoabre_1024x550-706x350-300x149.jpg" alt="" width="300" height="149" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2018/01/SV_fundoabre_1024x550-706x350-300x149.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2018/01/SV_fundoabre_1024x550-706x350-700x350.jpg 700w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2018/01/SV_fundoabre_1024x550-706x350.jpg 706w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O uso de substâncias psicoativas permeiam os vários cenários da comunidade, desde os conflitos familiares, os casos de violência, o sofrimento psíquico e a circulação comercial das substâncias. O efeito da droga no organismo de cada pessoa depende de muitos fatores, dentre os quais as questões de concentração e características da substância utilizada, da via de administração, de sua distribuição, metabolismo e eliminação no corpo. Há diferenças fundamentais no padrão de consumo, onde a experimentação, o uso, o abuso e a dependência irão determinar o diagnóstico e o tratamento, se necessário. Existem diferenças conceituais ao definirmos o uso e abuso de drogas. O primeiro diz respeito a qualquer consumo de substância, seja experimental, esporádico ou episódico. Já o abuso, pode ser entendido como um padrão de uso que aumenta o risco de consequências prejudiciais para o usuário, podendo chegar à dependência. Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID 10), o termo “uso nocivo” é o que resulta em dano físico ou mental, enquanto no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM &#8211; V), “abuso” engloba também consequências sociais. A partir do reconhecimento da dependência química como um problema de múltiplos fatores e considerando a dinâmica familiar como um fator importante a ser analisado, percebe-se que os relatos das histórias de vida dos sujeitos dependentes de drogas, assim como de seus familiares, não apenas enriquece o processo de tratamento (compreendendo esse indivíduo em suas relações), como possibilita a busca de alternativas conjuntas para os problemas apresentados. Na atualidade, diferentes tipos de substâncias psicoativas vêm sendo usados entre uma gama de finalidades que se estende desde o uso lúdico, com fins prazerosos no desencadeamento de estado de êxtase, como uso místico, curativo entre outros. A experimentação e o uso dessas substâncias crescem de forma consistente em todos os segmentos, gênero e idade. Em uma sociedade focada no consumo, na qual o importante é o “ter” e não o “ser”, e a inversão de crenças e valores que geram desigualdades sociais, favorece a competitividade e o individualismo, não há mais certezas religiosas, morais, econômicas ou políticas. Esse estado de insegurança e insatisfação gera um estresse constante que acaba por incentivar a busca de novos produtos e prazeres, nesse contexto, as drogas é um deles. Pode-se dizer que as características individuais e os fatores emocionais, tais como a falta de preparo ao lidar com os problemas, baixa tolerância a frustrações, inseguranças sociais, dentre outros, funcionam muitas vezes como uma mola propulsora de incentivo ao uso de qualquer droga. Torna-se de grande valia perceber qual a função que a substância química está exercendo na vida daquele sujeito, buscando escutá-lo a fim de compreender a sua relação com a droga. Um dos fatores bastante vistos, que podem contribuir, na questão familiar, é a falta ou excesso, de proteção, cuidados, regras e limites. A permissividade parental e a ausência de regras claras podem influenciar direta e indiretamente no processo da dependência. A família é a primeira referência da pessoa, nesse ambiente, mediador entre o indivíduo e a sociedade, que aprendemos a perceber o mundo e a nos situarmos nele. Ela é a principal responsável por nossa formação pessoal e social. Atitudes como esta, podem confundir ainda mais os papéis familiares, fazendo com que o dependente químico perca a oportunidade de perceber algumas consequências de sua dependência, principalmente se a família não associar o uso das drogas como fator desencadeador de sua ausência. Como exemplo, a esposa que assume as responsabilidades sobre a casa em função do alcoolismo do marido, ou a filha mais velha cuidar dos irmãos e afazeres da casa em função da drogadição da mãe, dentre outras circunstâncias. As famílias que fazem parte dessa realidade se mostram tão fragilizadas e perdidas, quanto o próprio dependente químico, sem saber exatamente sua causa, a quem recorrer e onde erraram. Razões pelas quais se faz presente a disponibilidade de atendimento também aos familiares. O objetivo não se limita à busca de responsabilizar os culpados, mas sim à compreensão do funcionamento familiar e a potencialização de mudança de todas as partes. Na prevenção, várias atitudes dos pais e familiares podem ajudar, tais como: amor, carinho, informações adequadas, diálogo aberto, apoiar o modo de eles serem, ajudá-los a ter objetivos e metas de vida, mesmo com a dependência instalada, desenvolvendo uma pessoa mais saudável emocionalmente. Lembre-se que o fato de um indivíduo usar ou até ser um dependente da droga não faz com que esteja condenado a nunca mais se recuperar. O tipo de tratamento a escolher depende da gravidade do uso e dos recursos disponíveis para o encaminhamento. Eles devem ser indicados conforme os critérios previamente estabelecidos e muitas vezes se constituem em abordagens complementares para um mesmo indivíduo, de modo que não devem ser vistos como excludentes, como grupos de autoajuda (Alcóolicos Anônimos/ Narcóticos Anônimos), auxílio médico (psiquiatra, especialistas), internamentos (hospitais e clínicas psiquiátricas), acolhimento em Comunidade Terapêutica, CAPS AD, tratamento ambulatorial (equipe multidisciplinar). &#8220;Não queime seu tempo, valorize a sua vida&#8221; A CRAVI &#8211; Casa de Recuperação Água da Vida lançou uma campanha nacional de orientação e prevenção ao consumo de drogas. A idealização do projeto foi do cantor paranaense BEHORT e a criação da campanha é da agência YouCan-marketing estratégico que utilizou o conceito de que a vida é curta para se perder tempo usando drogas.</p>
<p>Fonte: R7</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/dependencia-quimica-da-doenca-saude/">Dependência química: da doença à saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/dependencia-quimica-da-doenca-saude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Risco do uso do cigarro</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/risco-do-uso-do-cigarro/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/risco-do-uso-do-cigarro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Dec 2017 20:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3192</guid>

					<description><![CDATA[<p>O hábito de fumar é considerado um problema de saúde pública relacionado com cerca de 50 tipos doenças. Estima-se que, anualmente, cinco milhões de mortes no mundo decorram dessa prática. A seguir, exploraremos melhor os riscos associados ao tabagismo. → Os riscos do uso do cigarro O cigarro está relacionado ao aparecimento de várias doenças. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/risco-do-uso-do-cigarro/">Risco do uso do cigarro</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-3193 aligncenter" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/o-cigarro-esta-relacionado-com-diversos-problemas-graves-saude-como-cancer-5a352178a8e08-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/o-cigarro-esta-relacionado-com-diversos-problemas-graves-saude-como-cancer-5a352178a8e08-300x200.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/o-cigarro-esta-relacionado-com-diversos-problemas-graves-saude-como-cancer-5a352178a8e08.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O hábito de fumar é considerado um problema de saúde pública relacionado com cerca de 50 tipos doenças. Estima-se que, anualmente, cinco milhões de mortes no mundo decorram dessa prática. A seguir, exploraremos melhor os riscos associados ao tabagismo.</p>
<p><strong>→ Os riscos do uso do cigarro</strong></p>
<p>O cigarro está relacionado ao aparecimento de várias doenças. Entre elas, sem dúvidas, o câncer é a mais conhecida. Além disso, o seu uso pode ocasionar problemas cardiovasculares e pulmonares, acarretados por substâncias nocivas encontradas no fumo, tais como o alcatrão e a nicotina. A nicotina ainda provoca a dependência química, como a que acontece com o uso de drogas como a cocaína.</p>
<ul>
<li><strong>Câncer:</strong> Entre os tipos de câncer relacionados ao hábito de fumar, está o câncer de pulmão. Estudos mostram que 90% dos casos de câncer de pulmão em homens são causados pelo cigarro. Em mulheres, esse fator relaciona-se com 70% dos casos. O tabagismo ainda afeta pessoas que não fazem uso do cigarro, que se tornam fumantes passivas e também podem desenvolver câncer de pulmão em decorrência da exposição a esse produto. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), pessoas que não fumam, mas ficam submetidas ao tabagismo passivo em ambiente fechado, apresentam um risco 30% maior de ter câncer de pulmão. Além disso, a exposição ao tabaco também relaciona-se aos seguintes tipos de câncer: orofaringe, bexiga, pâncreas, laringe, esôfago, cólon e colo do útero</li>
<li><strong>Problemas cardiovasculares:</strong> A incidência de problemas cardiovasculares também pode aumentar em consequência do uso de cigarro. Hoje sabe-se que fumantes apresentam quase três vezes mais chances de morrer em decorrência de infarto do que pessoas que não fumam. Além disso, o cigarro relaciona-se com a hipertensão, desencadeando e agravando essa condição de saúde.</li>
<li><strong>Problemas pulmonares:</strong> De acordo com o INCA, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema) ocorrem em fumantes. Além desses casos, o tabagismo também aumenta o risco de tuberculose e causa a diminuição da mobilidade dos cílios pulmonares, os quais ajudam a remover sujeiras do pulmão. A diminuição da mobilidade desses cílios propicia o acúmulo de secreção, desencadeando tosse, por exemplo.</li>
<li><strong>Impotência sexual ou disfunção erétil</strong>: Além de poder desencadear impotência, o tabagismo associa-se à diminuição dos índices de testosterona, o que também leva a uma diminuição da fertilidade.</li>
<li><strong>Riscos à gravidez:</strong> Durante a gravidez, o uso de cigarros pode ainda trazer os seguintes riscos: abortos espontâneos, prematuridade, baixo peso do bebê, deslocamento prematuro da placenta, morte fetal e do recém-nascido.</li>
<li><strong>Efeitos a curto prazo:</strong> A fumaça do cigarro está ainda relacionada com alguns problemas que podem ser percebidos rapidamente, como:<br />
<strong>irritação nos olhos, dor de cabeça, tosse e manifestações nasais.</strong></li>
</ul>
<p>Fonte: Brasil Escola</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/risco-do-uso-do-cigarro/">Risco do uso do cigarro</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/risco-do-uso-do-cigarro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tabagismo acelera câncer de pulmão, doença que mata 1,6 milhão de pessoas por ano</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-acelera-cancer-de-pulmao-doenca-que-mata-16-milhao-de-pessoas-por-ano/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-acelera-cancer-de-pulmao-doenca-que-mata-16-milhao-de-pessoas-por-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2017 20:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3189</guid>

					<description><![CDATA[<p>De acordo com dados da Global Lung Cancer Coalition (GLCC), o câncer de pulmão é o câncer mais comum do mundo. Cerca de 1,8 milhão de pessoas são diagnosticadas com a moléstia a cada ano e 1,6 milhão de pacientes (89%) morrem em decorrência da doença. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA), foram [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-acelera-cancer-de-pulmao-doenca-que-mata-16-milhao-de-pessoas-por-ano/">Tabagismo acelera câncer de pulmão, doença que mata 1,6 milhão de pessoas por ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3190 aligncenter" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/show_VIDA0603-4F-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/show_VIDA0603-4F-300x200.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/show_VIDA0603-4F-768x513.jpg 768w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/show_VIDA0603-4F.jpg 872w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>De acordo com dados da Global Lung Cancer Coalition (GLCC), o câncer de pulmão é o câncer mais comum do mundo. Cerca de 1,8 milhão de pessoas são diagnosticadas com a moléstia a cada ano e 1,6 milhão de pacientes (89%) morrem em decorrência da doença. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA), foram estimados 28.220 novos casos da doença em 2016, sendo 17.330 homens e 10.890 mulheres.</p>
<p>Dentre os fatores de risco mais conhecidos está o tabagismo. O vício é responsável pelo aumento de 40 vezes a chance de desenvolver câncer de pulmão quando comparado ao de uma pessoa que não fuma.</p>
<p>Alguns fatores relacionados ao consumo de cigarro podem, de forma combinada, colaborar para o aparecimento da doença. Entre eles estão: idade que a pessoa começou a fumar, quantidade de cigarros consumidos por dia, força utilizada para inalar o cigarro e a idade do indivíduo.</p>
<p>A inalação de fumaça em ambientes como metrópoles, também pode acarretar o surgimento de tumores no pulmão, tão prejudiciais quanto o tabagismo. “A partícula de fuligem entra na circulação. No pulmão ela vai causar efeitos inflamatórios, como câncer, pneumonia e asma. Na circulação ela causa efeitos imunológicos e efeitos diretos no coração”, ressalta Evangelina Vormittag, diretora-presidente do Instituto Saúde e Sustentabilidade.</p>
<p>Sintomas</p>
<p>Em geral, a maioria dos cânceres de pulmão não provoca sintomas na fase inicial. Em estágios mais avançados, podem surgir: tosse com expectoração (expulsão de secreções, por meio da tosse), dor no peito, rouquidão, perda de apetite e de peso, falta de ar e fadiga.</p>
<p>Fatores de risco</p>
<p>Além do tabagismo, outros fatores de riscos também podem ser relacionados ao surgimento do câncer de pulmão.</p>
<p>&#8211; Tabagismo passivo: pessoas que ficam expostas à fumaça do cigarro em ambientes fechados podem ter sua saúde prejudicada.</p>
<p>&#8211; Exposição às substâncias químicas: arsênio, amianto, asbesto, berílio, cromo, radônio, níquel, cádmio ou cloreto de Vinila. Trabalhadores que atuam na construção naval, em mineradoras, com isolantes térmicos ou em fábricas de freios, são propensos a estarem em contato com essas substâncias e consequentemente merecem atenção.</p>
<p>&#8211; Doenças pulmonares: tuberculose ou doença pulmonar obstrutiva crônica (também conhecidos como efisema pulmonar e bronquite crônica) são doenças que podem aumentar a possibilidade de desenvolvimento de câncer de pulmão.</p>
<p>&#8211; Alimentação: assim como outros tipos de câncer, a alimentação pode se tornar tanto um fator de risco, como um método de prevenção. O baixo consumo de frutas e verduras pode ser um fator determinante para o desenvolvimento do câncer de pulmão.</p>
<p>Diagnóstico</p>
<p>Ter entre 55 a 80 anos, ser fumante por mais de trinta anos-maço (isto é, um maço ao dia por 30 anos, ou 2 maços por 15 anos, etc), ou ser ex-fumante que fumava também nessas circunstâncias e cessou o tabagismo há menos de 15 anos são alguns dos motivos para conversar com seu médico.</p>
<p>O diagnóstico é feito com tomografia de tórax de baixa dose de radiação. A recomendação coletiva do rastreamento para o câncer de pulmão vem se tornando uma realidade em todo o mundo. No Brasil, ainda é feira de forma individualizada.</p>
<p>Fonte: A Crítica</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-acelera-cancer-de-pulmao-doenca-que-mata-16-milhao-de-pessoas-por-ano/">Tabagismo acelera câncer de pulmão, doença que mata 1,6 milhão de pessoas por ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-acelera-cancer-de-pulmao-doenca-que-mata-16-milhao-de-pessoas-por-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O monstro insidioso e traiçoeiro do alcoolismo</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/o-monstro-insidioso-e-traicoeiro-do-alcoolismo/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/o-monstro-insidioso-e-traicoeiro-do-alcoolismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 09:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3186</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alcoolismo não é simplesmente a dependência de uma substância que leva a pessoa a precisar – que ela chama de “querer” – beber muito e constantemente. Alcoolismo é uma problemática humana de caráter holístico. O ser inteiro da pessoa está doente, ou melhor, apresenta em grau elevadíssimo uma doença espalhada em graus diferentes em nossa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/o-monstro-insidioso-e-traicoeiro-do-alcoolismo/">O monstro insidioso e traiçoeiro do alcoolismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3187 alignleft" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/on-the-street-2713688_1920-300x200-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>Alcoolismo não é simplesmente a dependência de uma substância que leva a pessoa a precisar – que ela chama de “querer” – beber muito e constantemente.<br />
Alcoolismo é uma problemática humana de caráter holístico. O ser inteiro da pessoa está doente, ou melhor, apresenta em grau elevadíssimo uma doença espalhada em graus diferentes em nossa sociedade.</p>
<p>Em primeiro lugar, o alcoólico, conforme Jack Trimpey, autor de “The Rational Recovery” afirma é governado pela busca incessante de prazer. Parece-me espelho de nossa sociedade. Infelizmente para ele, porém, o prazer está focado numa substância que, junto ao prazer, traz tamanhos desequilíbrios psicológicos, emocionais, relacionais e físicos que, para serem tolerados, requererem mais e mais álcool, num ciclo incessante e fatal de autodestruição.</p>
<p>Trimpey visualiza essa realidade interior do alcoólico naquilo que ele chama “The Beast”, a besta ou o monstro, que, diferentemente da Fera de “A Bela e a Fera”, não tem salvação. O monstro precisa ser totalmente subjugado. Mas como, se quem governa a vida do alcoólico é justamente esse monstro?</p>
<p>Segundo Trimpey, e segundo minha experiência clínica, existe junto ao monstro uma outra voz interior no alcoólico que busca saúde e que se dá perfeitamente conta do estrago que o alcoolismo provoca. Mas esta voz é fraca e a consciência do alcoólico não consegue ouvi-la ou se manter antenado nela. O monstro é forte demais.</p>
<p>E como funciona esse monstro?<br />
Em primeiro lugar, na necessidade física de beber e por inúmeras razões: ora porque está feliz e “precisa” festejar, ora porque está deprimido e “precisa” se anestesiar, ora porque está entediado e “precisa” se distrair, ora enfim porque se está estressado e “precisa” relaxar.</p>
<p>Em segundo lugar, o monstro do alcoolismo se manifesta nos ataques violentos, nas reações exageradas e nas explosões a partir de detalhes que uma pessoa sã não consideraria dignos de tamanha ênfase,</p>
<p>Em terceiro lugar, o pior talvez, o monstro do alcoolismo altera a forma do alcoólico enxergar sua realidade e de se entender. As interpretações de fatos, sentimentos e situações são distorcidas num nível tão sutil e pérfido que é muito difícil de reconhecer.</p>
<p>É aqui que o monstro do alcoolismo mostra toda sua insidiosa e traiçoeira natureza. O alcoólico é mestre em transformar você em problema e se safar de qualquer responsabilidade. Ele tem uma enorme dificuldade em reconhecer seus erros, mesmo os pequenos. Mas como na vida estamos sujeitos a errar e nos desentender frequentemente e crescer depende de aprender conforme se vive, o alcoólico está preso a uma realidade estática que não pode ser questionado e, portanto, não pode evoluir. Na relação de casal, que é a mais problemática entre pessoas normais, imagem com um alcoólico, há inúmeras circunstâncias nas quais é preciso se rever e se entender com o outro. Mas o alcoólico não quer se enxergar e muito menos se rever. Viver com ele é como caminhar em terra minada. Qualquer que seja a situação, o alcoólico constrói um raciocínio perverso que tem como objetivo fazer de você a pessoa errada.</p>
<p><strong>A dinâmica traiçoeira segue regularmente os critérios de:</strong></p>
<p>1. Ocultar a responsabilidade do alcoólico em qualquer circunstância, mesmo que esta seria algo relativamente fácil de resolver.<br />
2. Desviar o alvo da crítica de si para o outro da relação, geralmente, aliás, inevitavelmente, a esposa/o e, em segundo lugar, os filhos.<br />
3. Manipular fatos, verdades, pensamentos e sentimentos de forma a enredar o outro ao ponto de fazê-lo duvidar de sua própria sanidade mental e verdade.<br />
O nível de perfídia e enganação do qual o alcoólico é capaz está diretamente relacionado ao seu nível de inteligência. Quanto mais inteligente mais insidioso e traiçoeiro ele sabe ser – e ele será.</p>
<p>Fonte: Gazeta News</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/o-monstro-insidioso-e-traicoeiro-do-alcoolismo/">O monstro insidioso e traiçoeiro do alcoolismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/o-monstro-insidioso-e-traicoeiro-do-alcoolismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especialistas alertam para alto custo social provocado por alcoolismo e tabagismo</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/especialistas-alertam-para-alto-custo-social-provocado-por-alcoolismo-e-tabagismo/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/especialistas-alertam-para-alto-custo-social-provocado-por-alcoolismo-e-tabagismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2017 19:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3183</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todos os dias a psicóloga Maria Lucia Lam, de 65 anos, cumpria um ritual: preparava seu café da manhã, sentava-se à mesa da cozinha e lia o jornal fumando. Até a hora de dormir, consumiria de dez a 15 cigarros após as refeições, em casa e nos momentos de lazer. Manteve o hábito por mais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/especialistas-alertam-para-alto-custo-social-provocado-por-alcoolismo-e-tabagismo/">Especialistas alertam para alto custo social provocado por alcoolismo e tabagismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3184 alignleft" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/tabagismo-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/tabagismo-300x180.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/tabagismo.jpg 699w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Todos os dias a psicóloga Maria Lucia Lam, de 65 anos, cumpria um ritual: preparava seu café da manhã, sentava-se à mesa da cozinha e lia o jornal fumando. Até a hora de dormir, consumiria de dez a 15 cigarros após as refeições, em casa e nos momentos de lazer. Manteve o hábito por mais de 40 anos, teve um enfisema e, com o apoio da família, decidiu procurar tratamento e jogar seus maços no lixo.<br />
— Tenho especialização em dependência química e minha filha é pneumologista, então sei os riscos, mas é muito difícil abandonar o cigarro — destaca Maria Lucia. — Na minha adolescência, era muito chique fumar. Até cadeira de cinema tinha cinzeiro. As campanhas antitabagistas só começaram 30 anos depois. Precisei mudar meus hábitos. Tomo remédios contra a ansiedade e a depressão. Para distrair a minha mente, levo meu café e o jornal para o quarto, e lavo a louça logo depois do almoço. E lembro que, devido ao enfisema, passei mal duas vezes por falta de ar. Era como se estivesse morrendo afogada.</p>
<p>Maria Lucia não fuma há quatro anos. Neste período, teve apenas uma recaída. Por isso, lembra que uma dependência química não tem cura — é, no máximo, controlada. A mesma lição é conhecida pelos alcoólatras. A dificuldade para livrar-se da bebida e do cigarro foi tema na semana passada da última edição deste ano do Encontros O GLOBO Saúde e Bem-Estar. O evento foi coordenado pelo cardiologista Cláudio Domênico e teve mediação da jornalista do GLOBO Josy Fischberg.</p>
<p><strong>MORTES EVITÁVEIS</strong></p>
<p>De acordo com Domênico, o tabagismo e o alcoolismo são doenças comuns, com alto custo para a sociedade e responsáveis por muitas mortes evitáveis.</p>
<p>— O cigarro conta com milhares de substâncias tóxicas e pelo menos 70 cancerígenas — alerta. — O álcool é a quarta causa de mortes previníveis nos Estados Unidos e está ligado a quase 75% dos acidentes de trânsito com morte no Brasil.</p>
<p>O cardiologista enumera medidas que devem ser tomadas para evitar o avanço do cigarro e do álcool. Ambos os produtos precisam ter maiores taxações e restrições severas à propaganda. Já os fumantes e alcoólatras não podem ser tratados como viciados. Em vez disso, merecem acolhimento da família e de amigos, cujo papel é incentivá-los a mudar seu estilo de vida.</p>
<p>Pesquisas recentes mostram que aproximadamente 65% dos fumantes dizem querer parar de fumar. Mais de metade declara ter tentado apagar o cigarro no ano anterior aos levantamentos. No entanto, apenas 3 a 6% conseguem tornar-se abstinentes sem ajuda profissional.</p>
<p>A pneumologista Cynthia Saad revela que o primeiro atendimento é trabalhoso. Muitas pessoas têm vergonha em informar detalhes como a frequência com que fumam, a quantidade de cigarros, se já tentou parar.</p>
<p>— O paciente deve demonstrar que, de fato, está engajado para tentar um tratamento — ressalta Cynthia. — Pode ser que falhe diversas vezes, e devemos avaliar por que isso aconteceu. Às vezes ele está indo bem e passa por uma situação que o abala, como ser demitido. Então, lidamos com o vício e o estado emocional. É muito importante que não se deixe abater, e o profissional deve ter jogo de cintura para não julgá-lo.</p>
<p>O operador de mercado financeiro Alexandre Almeida, de 53 anos, buscou tratamento contra o alcoolismo em 2010. Quando era mais jovem, bebia até 80 latas de cerveja e uma garrafa de uísque em um fim de semana.</p>
<p>— Cheguei a ser internado pelo meu irmão, mas ele me buscou no mesmo dia — recorda. — Logo depois procurei atendimento em uma clínica. Fiquei um mês só ouvindo histórias de outras pessoas, até me sentir à vontade para participar das discussões. Consegui me manter sóbrio até 2013, e desde então tive cinco ou seis recaídas. Quando isso acontece, fico arrasado. Depois de um gole, parece que voltei à estaca zero.</p>
<p>Almeida conversa semanalmente com uma psicóloga. Aprendeu muito sobre sua dependência, mas não sabe explicar como uma pessoa se torna alcoólatra:</p>
<p>— Ninguém tem ideia de quando isso acontece. Não existe uma data, um momento em que você percebe que beber moderadamente tornou-se exageradamente e, depois, um vício.</p>
<p>Chefe do Setor de Dependências Químicas da Santa Casa de Misericórdia, Analice Gigliotti sublinha que 17% dos brasileiros fazem uso problemático do álcool. A depressão é muito comum neste grupo.</p>
<p>— Cinco por cento da população nacional já tentou suicídio e, em 24% dos casos, o álcool estava envolvido nesta situação — conta. — A história da dependência é muito ligada ao preconceito, e isso afasta o paciente do tratamento. Muitos sinais mostram a contínua perda de controle e prejuízo social dessas pessoas, como a dificuldade para cumprir obrigações no trabalho, em casa e na escola, além da submissão a situações de risco físico.</p>
<p>Segundo Analice, a vontade de beber provoca estímulos que podem ficar entranhados no cérebro mesmo após anos de abstinência:</p>
<p>— O alcoólatra é aquela pessoa que não consegue ver mais graça na vida. É a pessoa que se isola para se sentir melhor</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/especialistas-alertam-para-alto-custo-social-provocado-por-alcoolismo-e-tabagismo/">Especialistas alertam para alto custo social provocado por alcoolismo e tabagismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/especialistas-alertam-para-alto-custo-social-provocado-por-alcoolismo-e-tabagismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O tamanho da taça de vinho estimula o alcoolismo?</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/o-tamanho-da-taca-de-vinho-estimula-o-alcoolismo/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/o-tamanho-da-taca-de-vinho-estimula-o-alcoolismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 19:46:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3180</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos últimos 300 anos, as taças de vinho aumentaram sete vezes de tamanho, de uma capacidade média de 66 ml, no início dos anos 1700, para quase meio litro, hoje em dia. Segundo um novo estudo, publicado na edição de Natal do periódico científico The BMJ, só entre 1960 e 1980 o volume das taças [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/o-tamanho-da-taca-de-vinho-estimula-o-alcoolismo/">O tamanho da taça de vinho estimula o alcoolismo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3181 aligncenter" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/istock-tacas-de-vinho-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/istock-tacas-de-vinho-300x200.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/istock-tacas-de-vinho-768x511.jpg 768w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/istock-tacas-de-vinho.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Nos últimos 300 anos, as taças de vinho aumentaram sete vezes de tamanho, de uma capacidade média de 66 ml, no início dos anos 1700, para quase meio litro, hoje em dia.</p>
<p>Segundo um novo estudo, publicado na edição de Natal do periódico científico The BMJ, só entre 1960 e 1980 o volume das taças quadruplicou – uma mudança que pode ter incentivado um consumo do álcool muito além dos limites saudáveis.</p>
<p><strong>O estudo</strong></p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, analisaram as mudanças na capacidade das taças de vinho no Reino Unido desde a era georgiana através de arquivos de museus e catálogos de lojas, inclusive as lojas on-line. Para identificar o volume dos modelos antigos e mais raros, eles mediram manualmente, com água, a capacidade de cada peça.</p>
<p>Depois de analisarem mais de 400 taças de vinho, os pesquisadores descobriram que, em 1700, uma taça típica da época poderia conter, em média, 66 mililitros de líquido. Em 2017, no entanto, o volume das taças aumentou em 449 mililitros. No começo dos anos 2000, esse aumento foi de 417 mililitros.</p>
<p>Consumo alterado<br />
“As taças tornaram-se um receptáculo comum para o vinho por volta dos anos 1700, devido ao desenvolvimento de produtos de vidro de cristal, maiores e mais resistentes, no final do século”, disse Zorana Zupan, uma das pesquisadoras.</p>
<p>“Desde 1990, o tamanho das taças aumentou drasticamente. Se isso levou ao aumento do consumo de vinho, não podemos dizer com certeza, mas há 300 anos, uma taça comum tinha cerca de metade da medida atual.”</p>
<p>De acordo com o estudo, o álcool é o quinto maior fator de risco para mortalidade em países de alta renda. No Reino Unido, a quantidade de vinho consumida têm aumentado em resposta a fatores econômicos, legais e sociais. Essa tendência também foi atribuída à propaganda e às leis associadas à liberação de bebidas alcoólicas e, consequentemente, de produtos relacionados.</p>
<p><strong>Questão cultural</strong></p>
<p>Essa mudança, entretanto, pode estar relacionada a questões técnicas, como a própria produção em larga escala do vidro, que se tornou mais barata ao longo dos anos.</p>
<p>Segundo a principal autora do estudo, Dame Theresa Marteau, diretora de pesquisas em comportamento da instituição, a razão por trás dessa transformação pode ser mais uma questão cultural associada à acessibilidade e disponibilidade do vidro e às indústrias, que passaram a produzir taças maiores.</p>
<p>Além disso, segundo a pesquisadora, taças maiores podem não estar tão relacionadas a capacidade de volume, mas, sim, à liberação do aroma do vinho.<br />
Pesquisas anteriores já sugeriram que o tamanho dos copos utilizados pode influenciar no tamanho da dose –assim como, na alimentação, pratos maiores podem estimular a escolha de porções maiores. Nenhum estudo conseguiu provar uma relação de causa e efeito. Trabalhos mostram que a comercialização do vinho também aumentou desde a década de 1990.</p>
<p>Fonte: Abril</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/o-tamanho-da-taca-de-vinho-estimula-o-alcoolismo/">O tamanho da taça de vinho estimula o alcoolismo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/o-tamanho-da-taca-de-vinho-estimula-o-alcoolismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dependentes de álcool têm inteligência emocional afetada, aponta estudo da USP</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/dependentes-de-alcool-tem-inteligencia-emocional-afetada-aponta-estudo-da-usp/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/dependentes-de-alcool-tem-inteligencia-emocional-afetada-aponta-estudo-da-usp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 19:58:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3177</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8220;No meu mundo de bebedeira, eu não olhava a minha volta. O mundo parece que era só meu e eu não prestava atenção se havia alguém triste ou não. Pra mim, era a mesma coisa. No meu caso, quando eu bebia, o mundo era meu e de mais ninguém.&#8221; O relato de um homem que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/dependentes-de-alcool-tem-inteligencia-emocional-afetada-aponta-estudo-da-usp/">Dependentes de álcool têm inteligência emocional afetada, aponta estudo da USP</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-3178 aligncenter" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/7-1-300x200.jpg" alt="" width="318" height="212" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/7-1-300x200.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/7-1-768x512.jpg 768w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/7-1-1024x682.jpg 1024w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/7-1-1500x1000.jpg 1500w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/7-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 318px) 100vw, 318px" /></p>
<p>&#8220;No meu mundo de bebedeira, eu não olhava a minha volta. O mundo parece que era só meu e eu não prestava atenção se havia alguém triste ou não. Pra mim, era a mesma coisa. No meu caso, quando eu bebia, o mundo era meu e de mais ninguém.&#8221;</p>
<p>O relato de um homem que prefere não se identificar e que está em tratamento contra o alcoolismo atesta uma pesquisa da equipe de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da USP, que aponta que dependentes alcóolicos têm a inteligência emocional afetada. Segundo a psicóloga e pesquisadora Mariana Donadon, o grupo que participou do estudo apresentou dificuldades para reconhecer emoções no rosto das pessoas, característica que os impossibilita de ter reações adequadas ao ambiente.</p>
<p>O estudo feito em Ribeirão Preto (SP) analisou pacientes em tratamento ambulatorial contra o álcool no Hospital das Clínicas (HC) e voluntários saudáveis. Em computadores, foram exibidas imagens de pessoas com diferentes expressões no rosto para que todos pudessem identificar as emoções e nomeá-las como alegria, tristeza, raiva, surpresa, medo ou nojo.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora, o índice de erros foi maior entre os dependentes de álcool, que também levaram mais tempo para fazer o reconhecimento, ao contrário do grupo saudável, que não consome bebidas alcóolicas.</p>
<p>“A habilidade de reconhecer expressões faciais de emoção é uma habilidade inata. Isso significa que a gente nasce com essa capacidade de reconhecer as expressões faciais de emoção básica. Os dependentes de álcool em algum momento perdem essa habilidade”, afirma.<br />
Segundo Mariana, a perda pode levar a prejuízos na vivência, uma vez que essas pessoas ficam mais vulneráveis ao comportamento de terceiros.</p>
<p>“Se eu não reconheço adequadamente uma face de raiva, tenho maior chance de me engajar num comportamento de brigas, por exemplo. Se eu não reconheço adequadamente uma face de tristeza, eu não consigo mudar o que está inadequado no meu ambiente.”</p>
<p>O estudo apontou ainda que pessoas envolvidas com álcool têm mais histórico de traumas emocionais precoces ocorridos na infância, como abuso físico ou emocional, do que pessoas saudáveis. Segundo a pesquisadora, esses fatores podem servir de gatilho para o desenvolvimento da doença, uma vez que a bebida serve como válvula de escape.</p>
<p>“Avaliamos aí a presença de sintomas de depressão e de ansiedade. São como morbidades muito comuns nesse grupo”, diz Mariana.</p>
<p>A conclusão deve embasar novas pesquisas a respeito do tratamento indicado a pacientes alcóolatras, na atuação da prevenção e da promoção da saúde.</p>
<p>“Se existem variáveis que são fator de risco para o início ou manutenção do consumo de álcool, elas são importantes para serem consideradas num tratamento de álcool, seja ele medicamentoso ou psicoterápico.”</p>
<p>Fonte: Globo</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/dependentes-de-alcool-tem-inteligencia-emocional-afetada-aponta-estudo-da-usp/">Dependentes de álcool têm inteligência emocional afetada, aponta estudo da USP</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/dependentes-de-alcool-tem-inteligencia-emocional-afetada-aponta-estudo-da-usp/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tabagismo está ligado a 65% dos casos de câncer de bexiga</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-esta-ligado-65-dos-casos-de-cancer-de-bexiga/</link>
					<comments>https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-esta-ligado-65-dos-casos-de-cancer-de-bexiga/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2017 19:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clinicareencontro.com.br/?p=3171</guid>

					<description><![CDATA[<p>No Dia Nacional de Combate ao Fumo, lembrado nesta terça-feira (29), o Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) faz um alerta importante sobre a relação do cigarro com o câncer de bexiga. Pesquisa realizada com pacientes atendidos pela equipe de urologia nos últimos 12 meses mostra que o tabagismo está ligado a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-esta-ligado-65-dos-casos-de-cancer-de-bexiga/">Tabagismo está ligado a 65% dos casos de câncer de bexiga</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3172 alignleft" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/k2nhtuydl_3112ptzt54_file-300x199.jpeg" alt="" width="300" height="199" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/k2nhtuydl_3112ptzt54_file-300x199.jpeg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/k2nhtuydl_3112ptzt54_file.jpeg 460w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>No Dia Nacional de Combate ao Fumo, lembrado nesta terça-feira (29), o Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) faz um alerta importante sobre a relação do cigarro com o câncer de bexiga. Pesquisa realizada com pacientes atendidos pela equipe de urologia nos últimos 12 meses mostra que o tabagismo está ligado a 65% dos casos em homens e 25% em mulheres com tumores na região.</p>
<p>No último ano, foram realizadas mais de 600 cirurgias e cerca de 2 mil consultas ambulatoriais.</p>
<p>O urologista e especialista da equipe de uro-oncologia, Leopoldo Ribeiro Filho, afirma que o tabagismo é o principal fator de risco de câncer de bexiga.</p>
<p>— A maioria das pessoas associa o cigarro apenas ao câncer de pulmão, porém, podemos afirmar que o tabagismo aumenta em três vezes a chance de desenvolver tumor na bexiga.</p>
<p>A fumaça do cigarro contém inúmeras substâncias químicas e carcinogênicas. Quando os fumantes inalam a fumaça, elas são absorvidas pelos pulmões, entram na corrente sanguínea e são filtradas pelos rins. Uma vez na urina, todos esses compostos do tabaco podem danificar as células da bexiga, contribuindo diretamente para o desenvolvimento do câncer, em longo prazo.</p>
<p>Além do tabaco, os produtos químicos como tinturas de cabelo e tintas em geral, tecidos, borracha e petróleo estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento desse tipo de câncer. Indivíduos que trabalham na indústria e lidam com esses compostos por anos seguidos devem ficar atentos.<br />
Segundo estimativas do Inca (Instituto Nacional do Câncer), são esperados 9.600 casos novos de câncer de bexiga. Apesar de pouco incidente, a taxa de mortalidade é alta, batendo seis vezes o câncer de próstata, que é o mais comum em homens e também atinge o sistema genito-urinário.</p>
<h3>Prevenção</h3>
<p>O levantamento do Icesp também mostrou que cerca de 30% dos pacientes tratados apresentam tumores com invasão da camada muscular, ou seja, bastante avançados, sendo necessária a retirada completa do órgão.</p>
<p>Sangue e espuma na urina, dor e dificuldade para fazer xixi e infecções urinárias frequentes são sinais de alerta, inclusive para outros problemas de saúde ligados ao aparelho urinário, por isso não devem ser ignorados. O diagnóstico do câncer de bexiga é realizado por exames de urina e de imagens, como tomografia computadorizada e citoscopia (análise interna da bexiga por um aparelho com câmera).</p>
<p>Falando em prevenção, é importante lembrar os profissionais da indústria do cuidado com o manuseio de produtos químicos, sendo fundamental o uso dos EPIs (equipamentos de proteção) como luvas e máscaras. No geral, a dica é ingerir bastante água – no mínimo dois litros por dia para adultos – e apostar, diariamente, na alimentação equilibrada, com fibras, frutas e legumes, proteínas magras e a ingestão de produtos naturais, sempre que possível, destaca o médico chefe do grupo de urologia do Icesp, William Nahas.</p>
<p>— Essa é a melhor receita na prevenção de diversas doenças, entre elas o câncer. Além disso, vamos reforçar sempre que não existe quantidade segura para o cigarro. Seguro mesmo é não fumar.</p>
<p>Fonte: R7</p>
<p>O post <a href="https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-esta-ligado-65-dos-casos-de-cancer-de-bexiga/">Tabagismo está ligado a 65% dos casos de câncer de bexiga</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicareencontro.com.br">Reencontro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clinicareencontro.com.br/tabagismo-esta-ligado-65-dos-casos-de-cancer-de-bexiga/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
