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	<description>O primeiro passo para uma nova vida.</description>
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	<title>Reencontro</title>
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		<title>Dependência química tem tratamento e controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 15:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a definição da Organização Mundial de Saúde, a dependência química é uma doença caracterizada pelo uso descontrolado de uma ou mais substâncias psicoativas, ou seja, que causam mudanças no estado mental da pessoa. Isso inclui tanto drogas cujo uso é permitido por lei como aquelas que são proibidas. Existem diversos tipos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a definição da Organização Mundial de Saúde, a dependência química é uma doença caracterizada pelo uso descontrolado de uma ou mais substâncias psicoativas, ou seja, que causam mudanças no estado mental da pessoa. Isso inclui tanto drogas cujo uso é permitido por lei como aquelas que são proibidas.</p>
<p>Existem diversos tipos de substâncias psicoativas que podem causar dependência e que provocam diferentes efeitos no organismo. Algumas delas são consideradas depressoras: é o caso das bebidas alcoólicas, do ópio, da morfina e de alguns tipos de medicamentos como tranquilizantes e ansiolíticos. Outras alteram o estado mental por serem estimulantes, como o tabaco, a cocaína, o crack e as anfetaminas. Há ainda as que provocam alucinações e perturbações do estado mental como a maconha, o êxtase, o LSD e as plantas alucinógenas. Esteróides e anabolizantes são outras drogas que podem causar dependência.</p>
<p>O dependente químico não deve ser julgado pela óptica da moralidade ou visto como alguém com um transtorno ou &#8220;defeito&#8221; de personalidade. Ele é na verdade portador de uma doença crônica e de avanço progressivo que pode comprometer todos os aspectos de sua vida como físico, mental, emocional e social. As causas da dependência química são múltiplas e podem incluir fatores biológicos, genéticos, psicossociais, ambientais e culturais.</p>
<p>Há uma série de indícios que podem ajudar a determinar se uma pessoa possui dependência química. Uma delas é o fato de o indivíduo precisar consumir quantidades cada vez maiores da substância em questão para continuar se satisfazendo. Quando fica sem consumir a droga (lícita ou ilícita), o paciente pode apresentar alguns dos seguintes sintomas: irritação, ansiedade, tremores e distúrbios no ritmo de sono.</p>
<p>A dependência química provoca transtornos na rotina do paciente, já que ele passa a dedicar cada vez mais tempo na tarefa de obter a substância, consumi-la e se recuperar de seus efeitos, com prejuízo para o trabalho e o convívio com amigos e familiares.</p>
<p>A dependência química é uma doença que tem recuperação, desde que tratada e controlada. Para isso é importante contar com o atendimento multiprofissional e constante de especialistas como psicólogos e psiquiatras. Esse apoio deve se estender também aos familiares, já que a dependência química não afeta apenas o próprio portador da doença, mas atinge todo o seu entorno. Os parentes e amigos precisam receber orientações sobre como lidar com o dependente e como se estruturar emocionalmente para essa tarefa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: h9j.com.br</p>
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		<title>Como surge a dependência emocional?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 16:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dependência emocional surge de uma maneira sutil, mascarada e rotulada como “amor intenso e incondicional”. Frases como “não vivo sem esta pessoa” são comuns e, inicialmente, podem parecer recheadas de sentimentos positivos. Parece um belo romance, similar aqueles que vemos em filmes e séries. Essa dependência é mais presente quando há uma dinâmica doentia, envolta em possessividade e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>dependência emocional</strong> surge de uma maneira sutil, mascarada e rotulada como “amor intenso e incondicional”. Frases como “não vivo sem esta pessoa” são comuns e, inicialmente, podem parecer recheadas de sentimentos positivos. Parece um belo romance, similar aqueles que vemos em filmes e séries.</p>
<p>Essa dependência é mais presente quando há uma dinâmica doentia, envolta em possessividade e ciúmes, entre duas pessoas. <strong>O dependente quer ser o centro do mundo do outro</strong>,<strong> </strong>sufocando-o com suas demandas e necessidades. As partes envolvidas deixam de querer ficar juntas por prazer e sentem-se <em>obrigadas </em>a permanecerem no relacionamento.</p>
<p>Apenas para reforçar o que já falamos aqui, a dependência emocional é um transtorno psicológico, assim como a dependência química, alcoolismo, depressão, etc.</p>
<p>Os sintomas do transtorno podem variar de acordo com o nível de dependência no qual a pessoa já está inserida. Entretanto, podemos listar os principais sinais, que são:</p>
<ul>
<li><strong>Ciúme excessivo:</strong> Por justamente ter medo do abandono.</li>
<li><strong>Dificuldades para demonstrar desacordo:</strong> O dependente aceita tudo que a outra pessoa diz, sem emitir uma opinião própria por depender do pensamento alheio.</li>
<li><strong>Extremismos:</strong> É capaz de se sujeitar a coisas extremas para receber atenção e carinho. Isso inclui atitudes agressivas e violentas.</li>
<li><strong>Apresenta medo irreal de abandono:</strong> Sufocando a pessoa ao seu lado e fazendo com que ela “largue tudo” para demonstrar que não irá abandoná-lo.</li>
<li><strong>Dificuldade para iniciar projetos:</strong> Tendo em vista que sempre precisará de opiniões alheias.</li>
<li><strong>Sente-se incapaz para tomar decisões:</strong> Deixando na mão de outra pessoa as suas responsabilidades.</li>
</ul>
<p>É possível perceber um certo padrão caracterizado por questões afetivas sempre insatisfeitas. Como se o indivíduo precisasse de “doses maiores” da outra pessoa, a cada dia. Muito parecido com o que acontece com a dependência química, por exemplo.</p>
<p>Assim como todos os outros tipos de transtornos psicológicos, a dependência emocional também possui tratamento.</p>
<p>O primeiro passo é reconhecê-la. Pois se a pessoa não sabe que tem um problema, obviamente não irá buscar ajuda.</p>
<h4><strong>Como lidar com a dependência emocional?</strong></h4>
<p>A pessoa que busca satisfazer as suas pendências emocionais no outro raramente consegue fazê-lo. A procura pela segurança e pelo amor se torna eterna porque <strong>ninguém é capaz de preencher o vazio presente em seu peito.</strong> Ainda assim, ela acredita que é impossível viver sem estar acompanhada.</p>
<p>Para conseguir se livrar da dependência emocional de uma vez por todas é fundamental investigar as origens desse apego extremo. É uma experiência ruim do passado? Um relacionamento afetivo que não deu certo? Um trauma de infância? Falta de expressões de amor dos pais e familiares?</p>
<p>Isso implica em confrontar lembranças e medos desconfortáveis. O enfrentamento não é feito de um dia para o outro tampouco em um único mês de terapia. <strong>É um processo longo de introspecção e construção do amor-próprio</strong>, que requer a superação de limitações emocionais.</p>
<p>Quebrar o elo com a dependência significa encontrar a liberdade pela primeira vez. Para quem nunca viveu sem amarras, esse pensamento pode ser intimidador. No que você poderá se segurar para não se sentir inseguro, indesejado e incapaz?</p>
<p>A resposta é simples: em você mesmo. Acabar com a dependência é também transferir a necessidade de atenção e de carinho para si mesmo. <strong>Em vez de escolher alguém para ser o seu porto seguro, você será o seu porto seguro!</strong></p>
<p>Para chegar a esse ponto, muitas reflexões sobre vivências, emoções e crenças débeis são necessárias. Pessoas dependentes levam tempo para encontrar motivos para se amar, por isso, esse processo raramente é efetivo quando feito sozinho.</p>
<p>A dependência emocional prejudica tanto a pessoa dependente quanto a pessoa alvo das incansáveis exigências por atenção. O relacionamento que tem como alicerce essa forma de dependência está fadado a ser nocivo para ambas as partes envolvidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: gruponovavida.com.br</p>
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		<title>O QUE FAZER SE UM DEPENDENTE QUÍMICO SE RECUSA A OBTER AJUDA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 18:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como ajudar alguém que não deseja ser ajudado? Dependência química faz com que o indivíduo se torne escravo físico e emocional das drogas. Assim, muitas vezes ele se recusa a obter ajuda. Muitos familiares, preocupados, tentam então entender as recusas do dependente químico. Como ajudar alguém que não deseja ser ajudado? Como continuar vivendo sabendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-md-8">
<h2 class="sub-title">Como ajudar alguém que não deseja ser ajudado?</h2>
</div>
<div class="col-xs-12 col-md-4"></div>
</div>
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-md-12">
<div class="description">
<p dir="ltr">Dependência química faz com que o indivíduo se torne escravo físico e emocional das drogas. Assim, muitas vezes ele se recusa a obter ajuda. Muitos familiares, preocupados, tentam então entender as recusas do dependente químico.</p>
<p dir="ltr">Como ajudar alguém que não deseja ser ajudado? Como continuar vivendo sabendo que existe alguém nas ruas, no frio, com fome e não quer sair dali? Como superar a dependência química?</p>
<p dir="ltr">Estes são apelos desesperados daqueles que perderam a esperança mediante as recusas do dependente químico em relação ao tratamento. O que fazer então?</p>
<p dir="ltr">
<h4 dir="ltr"><strong>POR QUE O DEPENDENTE QUÍMICO SE RECUSA A SE TRATAR?</strong></h4>
<p dir="ltr">A <strong>dependência química</strong> é uma das doenças mais complexas do mundo. Isso porque, quando desenvolvida, afeta a parte orgânica do indivíduo, assim como sua mente e seu caráter.</p>
<p dir="ltr">Para o indivíduo, muitas vezes é mais fácil manter o vício do que superar as crises de abstinência. Além disso, muitos dependentes químicos se acostumaram a viver em situação de rua, sem obrigações, sem um emprego.</p>
<p dir="ltr">Para eles, enfrentar outro estilo de vida seria como dar os primeiros passos, tal como uma criança que começa a andar, e nem todo mundo está disposto a fazer isso.</p>
<p dir="ltr">Um fator que influencia na decisão por um tratamento é o preconceito que ele enfrenta perante a sociedade. Muitas vezes, o dependente químico tem que enfrentar os julgamentos de seus próprios familiares.</p>
<p dir="ltr">Mais um motivo relevante é a questão da codependência, que influencia diretamente nas recusas do dependente químico para o tratamento. Leia também nosso artigo <strong>9 sinais de que o dependente químico precisa de internação</strong>.</p>
<p dir="ltr">
<h4 dir="ltr"><strong>O FENÔMENO DE CODEPENDÊNCIA E COMO ELE INFLUENCIA NA RECUSA DE TRATAMENTO PELO INDIVÍDUO</strong></h4>
<p dir="ltr">A codependência em dependência química caracteriza-se por um fenômeno onde um familiar passa a viver em função do dependente químico. Existe aí uma dependência afetiva e emocional muito grande por parte desse familiar;</p>
<p dir="ltr">O codependente vive única exclusivamente em prol do dependente químico e sofre com ele todas as suas dores. Ele é capaz de ficar sem dormir, comer, assim como sair pelas ruas atrás de seu ente querido.</p>
<p dir="ltr">Está tão doente quanto o próprio dependente químico e pode, inclusive, atrapalhar um possível tratamento.</p>
<p dir="ltr">Acontece que o dependente químico, ao se deparar com essa situação, sabe que tem apoio para que continue usando a droga, pois esta pessoa demonstra isso.</p>
<p dir="ltr">Assim o indivíduo que faz o uso da droga se torna capaz de manipular o codependente de uma maneira tão grande que ele acredita que deve fazer de tudo para manter o dependente bem.</p>
<p dir="ltr">O dependente químico não pensa nessa pessoa como alguém que sofre, mas sim como um apoio para o seu vício, enquanto que a outra parte se culpa pela doença do outro e acredita que deve fazer algo.</p>
<p dir="ltr">O dependente químico não vê, assim, razões para abandonar o vício, o que resulta nas recusas do dependente químico.</p>
<p dir="ltr">
<h4 dir="ltr"><strong>O TRATAMENTO DA CODEPENDÊNCIA GERA REFLEXOS NO DEPENDENTE QUÍMICO</strong></h4>
<p dir="ltr">A partir do momento em que o codependente decide que é hora de cuidar de si mesmo, isso causará reflexos no indivíduo que faz o uso da droga.</p>
<p dir="ltr">O familiar codependente irá aprender que nem sempre é possível apoiar o indivíduo dentro da dependência química. Que certas atitudes devem ser evitadas para o próprio bem do dependente.</p>
<p dir="ltr">A mudança de postura desse familiar forçará o dependente químico a procurar novas alternativas para sobreviver. Ele precisa entender que só receberá ajuda se decidir parar com o vício, caso contrário, estará por conta própria.</p>
<p dir="ltr">Esta afirmação pode ser um pouco dura, no entanto, ela resultará na queda de recusas do dependente químico que se vê obrigado a pensar no que deve fazer.</p>
<p dir="ltr">
<h4 dir="ltr"><strong>ONDE BUSCAR TRATAMENTO PARA CODEPENDÊNCIA?</strong></h4>
<p dir="ltr">O tratamento para codependência pode ser fornecido por grupos de apoio especializados para esse tema. Na maioria dos municípios brasileiros existem grupos de apoio que fornecem a base para saber lidar com situações relacionadas ao dependente químico.</p>
<p dir="ltr">Acompanhamento psicológico também é uma alternativa, tendo em vista a condição fragilizada do codependente.</p>
<p dir="ltr">No entanto, toda a família deve estar engajada a entender sobre a doença e buscar um tratamento adequado para que possa lidar com ela de maneira qualificada.</p>
<p dir="ltr">
<h4 dir="ltr"><strong>INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA, QUANDO OPTAR POR ELA?</strong></h4>
<p dir="ltr">A internação compulsória é uma medida extrema em caso de recusas do dependente químico.</p>
<p dir="ltr">Entende-se por internação compulsória aquela realizada sem o consentimento do indivíduo, uma vez que ele esteja correndo risco.</p>
<p dir="ltr">Uma vez identificada situação de risco de morte eminente, a família deve realizar pedido junto ao Ministério Público de sua cidade para que a internação seja realizada.</p>
<p dir="ltr">A justiça irá requerer dos órgãos públicos especializados avaliação para entender sobre o caso e se, de fato, o indivíduo corre risco.</p>
<p dir="ltr">
<h4 dir="ltr"><strong>O DEPENDENTE QUÍMICO PRECISA QUERER SE TRATAR</strong></h4>
<p dir="ltr">A menos que esteja acontecendo uma das situações acima elencadas, é preciso deixar que o próprio indivíduo tome consciência de como está sua vida.</p>
<p dir="ltr">O tratamento compulsório muitas vezes não garante resultado satisfatório e em pouco tempo o indivíduo volta a fazer o uso de substâncias químicas.</p>
<p dir="ltr">É necessário que haja, então, um desejo profundo por parte do próprio dependente, uma vez que o tratamento para dependência química não é fácil.</p>
<p dir="ltr">Mediante o pedido de ajuda, começa o processo de tratamento e com ele as abstinências, dores, arrependimentos e angústias.</p>
<p dir="ltr">A família, acima de tudo, precisa estar preparada para os dois casos: o das recusas do dependente químico, assim como o do seu pedido de ajuda, sabendo agir de forma adequada em ambos os casos.</p>
<p dir="ltr">
</div>
</div>
<p>Se você ou algum ente querido precisa de ajuda, entre em <a href="https://clinicareencontro.com.br/contato/">contato</a> conosco! Nós podemos ajudá-lo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: marceloparazzi.com.br</p>
</div>
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		<title>O PERIGO DO ALCOOLISMO NA ADOLESCÊNCIA</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/o-perigo-do-alcoolismo-na-adolescencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 18:44:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas vezes você já discutiu sobre os problemas do alcoolismo na adolescência? No Brasil, esse é um problema recorrente e poucos dão atenção. Vamos conversar sobre o assunto? Em primeiro lugar,  veja a seguir as causas e consequências do vício em álcool durante a adolescência e como podemos mudar isso. O CONSUMO DE ÁLCOOL NO [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_text_column wpb_content_element ">
<div class="wpb_wrapper">
<p>Quantas vezes você já discutiu sobre os problemas do alcoolismo na adolescência? No Brasil, esse é um problema recorrente e poucos dão atenção. Vamos conversar sobre o assunto?</p>
<p>Em primeiro lugar,  veja a seguir as causas e consequências do vício em álcool durante a adolescência e como podemos mudar isso.</p>
</div>
</div>
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<div class="wpb_wrapper">
<h4><b>O CONSUMO DE ÁLCOOL NO BRASIL</b></h4>
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<p>O Brasil é um país de tamanho continental. Portanto é um lugar rico de cultura em que cada estado tem a sua própria forma de viver. Mas, algumas coisas se tornam comum quando comparadas.</p>
<p>É comprovado que o álcool em boas doses moderadas pode ser até vantajoso. Quem nunca ouviu que uma taça de vinho por dia faz bem ao coração?</p>
<p>Além disso, boa parte da população toma uma dose de bebida alcoólica durantes os fins de semana. Mas alguns, até de forma bem exagerada. Causando assim o consumo inadequado e trazendo graves problemas para a saúde.</p>
<p>Certamente esse medo do consumo exagerado afeta muitas famílias. Principalmente os pais de adolescentes que estão conhecendo os prazeres do álcool cada vez mais cedo.</p>
</div>
</div>
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<h4><b>ALCOOLISMO NA ADOLESCÊNCIA</b></h4>
</div>
</div>
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<div class="wpb_wrapper">
<p>Meninos e meninas de todo o Brasil estão consumindo álcool antes da idade recomendada. O padrão está em crianças e adolescentes de 10 a 13 anos. E a principal “modalidade” de consumo é o “beber até embriagar-se”.</p>
<p>Consequentemente o consumo exagerado e sem controle causa um feito cascata, como o consumo de outras drogas, o sexo precoce e sem proteção e o vício de álcool.</p>
<p>Quase 40% dos estudantes, até os 17 anos, afirmam já ter praticado essa modalidade e ter ficado bêbados pelo menos uma vez na vida. Mas, afinal, como podemos mudar esse cenário diante de uma realidade tão preocupante?</p>
</div>
</div>
<div class="wpb_text_column wpb_content_element ">
<div class="wpb_wrapper">
<h4><b>CUIDADOS COM O ALCOOLISMO NA JUVENTUDE</b></h4>
<p>É preciso uma campanha de políticas públicas para conscientizar o público-alvo, que são os pais e os próprios jovens. Além dos pais reforçarem os cuidados e mostrar a realidade nua e crua da dependência do álcool.</p>
<p>Porque o que acontece muito atualmente é que pais e responsáveis entram em pânico e desespero ao descobrir que os filhos estão usando drogas pesadas, como cocaína, craque ou maconha. Mas acham “normal” ver os filhos consumindo álcool, mesmo que para uma idade não recomendada.</p>
<ul>
<li>Se você é mãe ou pai de adolescente, incentive o diálogo. Ouça seus filhos e fale sempre a verdade.</li>
<li>Participe ativamente da vida dos seus filhos, demonstre interesse pelos assuntos que eles mais curtem e valorize as ações positivas.</li>
<li>Como pai, mãe ou responsável, estabeleça limites e deixe claro as consequências caso os limites não sejam cumpridos.</li>
</ul>
<p>Os adultos têm um papel fundamental na formação das crianças e adolescentes. São exemplos a serem seguidos. O alcoolismo na juventude deve ser combatido e nunca omitido.</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você ou algum ente querido precisa de ajuda, entre em <a href="https://clinicareencontro.com.br/contato/">contato</a> conosco! Nós podemos ajudá-lo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: estanciafraternidade.com.br</p>
<div class="wpb_text_column wpb_content_element ">
<div class="wpb_wrapper">
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Sequelas da Covid-19: podem ser neurológicas e psiquiátricas? Entenda</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/sequelas-da-covid-19-podem-ser-neurologicas-e-psiquiatricas-entenda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 18:12:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com um estudo do periódico Lancet Psychiatry, as sequelas da Covid-19 podem causar efeitos colaterais preocupantes. As estatísticas apontaram que, seis meses após o diagnóstico, observou-se doença neurológica ou psiquiátrica em 33,6% dos pacientes leves e em 46% daqueles que passaram pela UTI. Tendo isso em vista, vamos apresentar quais são os sintomas neurológicos [&#8230;]</p>
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<p>De acordo com um estudo do periódico Lancet Psychiatry, as sequelas da Covid-19 podem causar efeitos colaterais preocupantes. As estatísticas apontaram que, seis meses após o diagnóstico, observou-se doença neurológica ou psiquiátrica em 33,6% dos pacientes leves e em 46% daqueles que passaram pela UTI.</p>
<p>Tendo isso em vista, vamos apresentar quais são os sintomas neurológicos da Covid-19 e como identificar esses sinais. Veja quais são os principais impactos que essas sequelas neurológicas e psiquiátricas podem causar sobre a saúde, além de conhecer as melhores alternativas de tratamento para reduzir a incidência desses transtornos.</p>
<h4>Sequelas da Covid-19 e os impactos na saúde</h4>
<p>Durante uma crise sanitária e social, como a instaurada pela pandemia da Covid-19, a atenção deve ser voltada para as particularidades que envolvem diferentes aspectos da saúde. A meta é promover a redução dos impactos dos transtornos mentais sobre a saúde dos pacientes que estão em fase de recuperação.</p>
<p>Nesse sentido, os profissionais de saúde devem estar atentos, principalmente quem atua no âmbito da saúde mental, pois as estimativas alertam para os riscos que as sequelas da Covid-19 representam. Além dos problemas de ordem fisiológica — como as dificuldades respiratórias — que permanecem após a alta hospitalar, as questões emocionais também exigem atenção especial.</p>
<p>Em vias gerais, esse comprometimento do estado funcional também eleva os riscos de instabilidade psicológica e psíquica. Com isso, tais sintomas se prolongam por meses após a alta hospitalar, sobretudo nos pacientes que precisaram de internação e que passaram pela UTI. Nestes, os efeitos colaterais da Covid-19 podem ser mais prolongados.</p>
<p>Entre os sinais persistentes e que podem influenciar negativamente a reabilitação desses pacientes, destacam-se:</p>
<ul>
<li>tosse;</li>
<li>fadiga;</li>
<li>dispneia;</li>
<li>fraqueza;</li>
<li>distúrbios do sono;</li>
<li>transtornos psíquicos;</li>
<li>instabilidade emocional;</li>
<li>problemas neurológicos;</li>
<li>dores nos ossos e nas articulações;</li>
<li>dessaturação dos níveis de oxigênio.</li>
</ul>
<h4>Sequelas neurológicas e psiquiátricas da Covid-19</h4>
<p>Conforme o comportamento da doença, os sintomas prolongados da Covid-19 podem variar bastante entre as pessoas com diagnóstico confirmado e exigir até internação psiquiátrica, em alguns casos. Entre os sintomas neurológicos e psiquiátricos mais observados, destaca-se o comprometimento cognitivo, que leva à perda de memória recente.</p>
<p>Isso acontece porque uma das consequências mais negativas do contágio pelo novo coronavírus é a alteração do sistema nervoso autônomo. Quando comprometida, essa região do cérebro não realiza o seu trabalho de coordenar, corretamente, o funcionamento do coração, dos rins, da bexiga e do intestino.</p>
<p>Do ponto de vista fisiológico, o sistema nervoso é muito sensível ao excesso de inflamações pelo corpo, principalmente em decorrência da queda da oxigenação provocada pela ação do novo coronavírus. Nessas condições, a dessaturação compromete o trabalho cerebral e afeta as funções cognitivas.</p>
<p>Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto do Coração (Incor) em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), 80% dos pacientes apresentaram os seguintes sintomas após a Covid-19:</p>
<ul>
<li>esquecimento momentâneo;</li>
<li>habilidades mentais prejudicadas;</li>
<li>problemas na execução de várias tarefas;</li>
<li>mudanças comportamentais e emocionais;</li>
<li>dificuldade de concentração ou de atenção;</li>
<li>dificuldades com o julgamento e raciocínio;</li>
<li>problemas com a compreensão ou entendimento.</li>
</ul>
<h4>Sequelas psicológicas da Covid-19</h4>
<p>Os danos psicológicos também surgem como consequência das perdas neurológicas. Somado aos impactos da própria doença, a hospitalização prolongada causa diferentes efeitos deletérios que comprometem a estabilidade emocional.</p>
<p>Entre os problemas mais comuns, destacamos os que foram apontados por pacientes em um estudo realizado pela Universidade de Oxford, nos Estados Unidos. Confira:</p>
<ul>
<li>insônia;</li>
<li>depressão;</li>
<li>ansiedade;</li>
<li>desânimo;</li>
<li>mau humor;</li>
<li>irritabilidade;</li>
<li>crise de pânico;</li>
<li>estresse pós-traumático.</li>
</ul>
<h4>Fatores de risco</h4>
<p>Ainda que as sequelas da Covid-19 possam surgir em qualquer pessoa, há evidências de que mulheres e pacientes com histórico psiquiátrico prévio sejam mais vulneráveis a esse tipo de psicopatologia. Desse modo, evidências apontam que a classe feminina e a história psiquiátrica são consideradas fatores de risco.</p>
<p>Para combater o novo coronavírus, o sistema imune desencadeia uma resposta inflamatória ampla e que pode provocar reações imprevisíveis em uma certa parcela de pacientes. Fatores como a carga hormonal e a maior propensão aos desajustes emocionais tornam as mulheres mais sensíveis a esses efeitos de maior gravidade.</p>
<h4>Cuidados necessários</h4>
<p>A adoção de alguns cuidados especiais com a saúde pode fazer a diferença entre os níveis de comprometimento provocado pelas sequelas neurológicas e psiquiátricas da Covid-19. Além dos fatores de ordem cerebral, um dos principais efeitos fisiológicos está relacionado à função respiratória. Por isso, a realização de exercícios físicos deve ser estimulada nesses pacientes.</p>
<p>Por questões de segurança, o ideal é que tais atividades sejam monitoradas por profissionais que atuam na saúde. Isso porque é necessário impor limitações individuais aos pacientes durante essa etapa de recuperação da doença. Para evitar problemas como falta de ar, lesão muscular e fadiga, a orientação é praticar exercícios leves.</p>
<p>Em síntese, os pacientes precisam receber orientação no âmbito físico, psicoemocional e psiquiátrico, de acordo com cada etapa da reabilitação. Além do mais, a adoção de medidas preventivas — como a manutenção do distanciamento social, a lavagem das mãos, o uso de máscaras e de álcool em gel — também reduzem a transmissão do vírus e o risco de reinfecção.</p>
<h4>Alternativas de tratamento para as sequelas da Covid-19</h4>
<p>Em primeiro plano, é necessário sensibilizar os profissionais de saúde que têm maior contato com os pacientes que recebem alta hospitalar, pois não é aconselhável minimizar as queixas, desconsiderar os sinais de ajuda ou relativizar os sintomas. Na atual conjectura, o controle das sequelas depende de tratamento multidimensional e contextualizado conforme as necessidades de cada quadro.</p>
<p>Nesse caso, as intervenções terapêuticas indicadas para minimizar as sequelas fisiológicas, neurológicas e psiquiátricas são:</p>
<ul>
<li>uso de medicamentos ansiolíticos e antidepressivos;</li>
<li>sessões de fisioterapia para renovar a capacidade respiratória;</li>
<li>programas de reabilitação respiratória para fortalecer as funções pulmonares;</li>
<li>acompanhamento psicológico e psiquiátrico para recuperação da saúde mental;</li>
<li>suporte multidisciplinar para reduzir os efeitos negativos da Covid-19 sobre o bem-estar geral.</li>
</ul>
<p>Vale ressaltar, por fim, que as sequelas da Covid-19 exigem atenção e cuidado especializado a fim de que os seus efeitos sejam efetivamente controlados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você ou algum ente querido precisa de ajuda, entre em <a href="https://clinicareencontro.com.br/contato/">contato</a> conosco! Nós podemos ajudá-lo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: hospitalsantamonica.com.br</p>
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		<title>Famílias têm papel fundamental na recuperação de dependentes de drogas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 19:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A família tem um papel fundamental na recuperação do dependente. Muitas vezes o sujeito não está em condições de perceber a própria doença e cabe à família identificar o que está errado e procurar ajuda. Não é fácil cumprir esse papel. Primeiro, porque não há um perfil específico para os dependentes de drogas, o que [&#8230;]</p>
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<p>A família tem um papel fundamental na recuperação do dependente. Muitas vezes o sujeito não está em condições de perceber a própria doença e cabe à família identificar o que está errado e procurar ajuda.</p>
<p>Não é fácil cumprir esse papel. Primeiro, porque não há um perfil específico para os dependentes de drogas, o que dificulta identificar um provável usuário. Segundo, os sintomas variam muito e podem ser confundidos com outras doenças. Normalmente, usuários costumam refletir o consumo em mudanças físicas e comportamentais, como diminuição do apetite, perda de peso, descuido ou abandono da higiene pessoal, queimaduras nos dedos e boca (no caso do crack), alucinações, distúrbios do sono e paranoicos.</p>
<p>Além disso, é natural que durante o processo de recuperação a família vivencie momentos de muita angústia, que podem levar a depressão e a um alto grau de codependência.</p>
<p>O indicado é que os familiares busquem ajuda profissional, que ajudarão a enfrentar o caminho da recuperação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você ou algum ente querido precisa de ajuda, entre em <a href="https://clinicareencontro.com.br/contato/">contato</a> conosco! Nós podemos ajudá-lo!</p>
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<p>Fonte: clinicaquintino.com.br</p>
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		<title>Drogas e diabetes, uma combinação arriscada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 19:15:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é jovem, mais cedo ou mais tarde poderá ter a oportunidade de experimentar drogas ilegais. Em muitos casos, os jovens são pressionados por amigos e colegas a provarem alguma substância da moda. Isso pode causar problemas para qualquer pessoa, mas, se você for portador de diabetes, enfrentará riscos adicionais. Pouca gente sabe, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4929" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Drogas-e-diabetes-uma-combinacao-arriscada.jpg" alt="" width="800" height="450" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Drogas-e-diabetes-uma-combinacao-arriscada.jpg 800w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Drogas-e-diabetes-uma-combinacao-arriscada-300x169.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Drogas-e-diabetes-uma-combinacao-arriscada-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Se você é jovem, mais cedo ou mais tarde poderá ter a oportunidade de experimentar drogas ilegais. Em muitos casos, os jovens são pressionados por amigos e colegas a provarem alguma substância da moda. Isso pode causar problemas para qualquer pessoa, mas, se você for portador de diabetes, enfrentará riscos adicionais.</p>
<p>Pouca gente sabe, mas portadores de diabetes enfrentam riscos adicionais por consumir drogas. As drogas afetam o cérebro e o sistema nervoso, resultando em uma dificuldade maior em administrar algo como o diabetes, já que o risco de cetoacidose aumenta e, ao não tomar insulina suficiente ou não aplicar as injeções, o usuário pode se complicar. Isso sem falar no alto risco de desenvolver hipoglicemia.</p>
<p>A menos que o usuário de drogas esteja usando algum tipo de identificação sobre sua condição diabética, poderá receber a atenção requerida. Caso contrário, levará algum tempo para receber ajuda adequada.</p>
<p>Mais do que ninguém, o diabético deveria entender que é totalmente inadequado de um ponto de vista médico, bem como extremamente arriscado, utilizar, ou mesmo experimentar, qualquer tipo de droga.</p>
<p><strong>Os efeitos sobre o metabolismo causados pelo uso de drogas tornam-se ainda mais intensos em quem já sofre com o diabetes.</strong></p>
<p>Algumas drogas podem ter riscos ainda mais específicos associados aos vasos sanguíneos. A anfetamina, por exemplo, é conhecida por danificar o revestimento destes vasos, aumentando assim a curto ou longo prazo, os riscos de complicações decorrentes do diabetes.</p>
<p>A cocaína é a droga que mais provoca infarto do miocárdio em jovens. Se esse jovem tem diabetes, o risco de infarto é ainda maior. O crack, por se tratar de uma forma de uso de cocaína que provoca dependência muito mais rápida, segue o mesmo caminho de risco.</p>
<p>Já a maconha pode comprometer a concentração, a memória e o raciocínio, levando o usuário a esquecer de sua dose de insulina.</p>
<p><strong>Drogas casuais, ou ‘lícitas’, também apresentam os mesmos problemas, como o álcool</strong>.</p>
<p>Segundo Luiz Alberto Chaves de Oliveira, autor do livro Drogas no Ambiente de Trabalho, o álcool interfere na metabolização da glicose. O fígado percebe que está consumindo uma substância que deve ser rapidamente metabolizada. Começa, então, uma competição em toda a função hepática. A metabolização da glicose fica “para trás”. Por isso, o seu uso é tão perigoso para quem tem diabetes.</p>
<p>Segundo o Luiz Alberto, a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas é tão nociva para o organismo, que muita vezes colabora com o aparecimento do diabetes tipo 2.</p>
<p><strong>Outro risco é o de sofrer desidratação.</strong></p>
<p>“O álcool é inibidor do hormônio antidiurético. A pessoa urina muito porque a produção desse hormônio diminui. Por isso é que, na ressaca, acontece uma sede fenomenal, já que o líquido foi perdido em excesso. No entanto, quem bebe cerveja pensa que está se ‘hidratando’. Tal desidratação é ainda mais grave para quem tem diabetes”, esclarece Luiz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Grupo e Apoio aos Amigos Diabéticos – GAAD</p>
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		<title>COMO COMBATER O VÍCIO EM DROGAS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 19:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vício em drogas é o uso excessivo de substâncias, por exemplo álcool, tabaco, anfetaminas, cafeína, maconha, cocaína, ecstasy, heroína, alucinógenos, LSD e tantas outras drogas. Ou então, é uma dependência física ou psicológica dessas substâncias. O vício está associado à saúde mental, mas não é considerado uma “doença mental”. As pessoas usam álcool ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4926" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/station-1848972_1280-780x450-1.jpg" alt="" width="780" height="450" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/station-1848972_1280-780x450-1.jpg 780w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/station-1848972_1280-780x450-1-300x173.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/station-1848972_1280-780x450-1-768x443.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O vício em drogas é o uso excessivo de substâncias, por exemplo álcool, tabaco, anfetaminas, cafeína, maconha, cocaína, ecstasy, heroína, alucinógenos, LSD e tantas outras drogas.</p>
<p>Ou então, é uma dependência física ou psicológica dessas substâncias. O vício está associado à saúde mental, mas não é considerado uma “doença mental”.</p>
<p>As pessoas usam álcool ou drogas por vários motivos, incluindo relaxamento, práticas religiosas ou participação em um grupo.</p>
<p>Muitas vezes eles não desenvolvem um problema com a bebida. No entanto, o consumo torna-se problemático quando tem consequências prejudiciais e há perda de controle.</p>
<p>Esses problemas precisam ser resolvidos e podem ser resolvidos. Mas se não forem, podem ser caracterizados como vício em drogas.</p>
<p>O vício em drogas traz consequências prejudiciais para o trabalho, estudos ou outras atividades, saúde mental ou física, situação financeira, reputação ou relacionamento com familiares ou amigos.</p>
<h2>Quais são as causas do vício em drogas?</h2>
<p>O vício em drogas pode ser causado por diversos motivos:</p>
<ul>
<li>Condições de vida;</li>
<li>Um desequilíbrio bioquímico no cérebro;</li>
<li>Status socioeconômico;</li>
<li>Um problema de saúde física</li>
<li>Racismo;</li>
<li>Desequilíbrios no âmbito familiar.</li>
</ul>
<p>É importante consultar um médico o mais rápido possível para ajudá-lo a identifica a fonte do problema.</p>
<h2>Como prevenir o vício em drogas?</h2>
<p>O dependente pode adotar um estilo de vida e hábitos que permitam lidar com vários problemas e até impedir que um problema piore. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>Participar de atividades da comunidade;</li>
<li>Ter uma dieta bem equilibrada</li>
<li>Dormir o suficiente</li>
<li>Fazer atividades físicas regularmente</li>
<li>Evitar usar drogas ilícitas e álcool</li>
<li>Participar de um grupo de ajuda</li>
<li>Conversar regularmente com seus queridos sobre as preocupações</li>
</ul>
<h2>A quem recorrer para resolver esse problema?</h2>
<p>O vício em drogas deve ser tratado por um profissional da saúde. Podem ser:</p>
<ul>
<li>Médicos;</li>
<li>Psicólogos, psiquiatras;</li>
<li>Toxicologistas;</li>
<li>Assistência médico-social.</li>
</ul>
<p>O primeiro passo será, portanto, consultar o médico assistente, que guiará seu paciente de acordo com a dependência de drogas em questão, sua duração e o grau de dependência.</p>
<p>A participação em grupos de apoio também é um elemento importante que pode ajudar positivamente o paciente e permite que ele compartilhe sua experiência com outras pessoas.</p>
<p>Além disso, no caso de dependência de drogas, os centros ambulatoriais de atendimento e prevenção à dependência são uma grande ajuda. Você encontrará todos os profissionais de saúde, que o ajudarão a superar seu vício.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você ou algum ente querido precisa de ajuda, entre em <a href="https://clinicareencontro.com.br/contato/">contato</a> conosco! Nós podemos ajudá-lo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: viversemdroga.com.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil é o país com mais pessoas ansiosas no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2021 19:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida atribulada, necessidade de fazer tudo ao mesmo tempo, saber um pouco de cada assunto, ter que dar conta de tudo e um pouco mais. Se tudo isso – e um pouco mais – não for muito bem administrado, as chances da ansiedade aparecer, uma hora ou outra, são muitas. “A ansiedade é uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4920 size-full" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/depressed-young-woman-thinking-about-her-problems-BG7H4PR-300x200-1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>A vida atribulada, necessidade de fazer tudo ao mesmo tempo, saber um pouco de cada assunto, ter que dar conta de tudo e um pouco mais. Se tudo isso – e um pouco mais – não for muito bem administrado, as chances da ansiedade aparecer, uma hora ou outra, são muitas. “A ansiedade é uma característica do comportamento humano, todo ser humano tem algum traço dela”, explica a psicóloga Cristina Borsari.</p>
<p>O que é preciso estar atento e ter cuidado é quando ela passa a ser patológica, com prejuízos a pessoa. “Quando falamos de ansiedade, a gente também fala sobre hormônios relacionados a neurotransmissores, a noradrenalina e adrenalina. Eles são importantes, nos movimentam e motivam. Mas quando estão exacerbados, ou seja, em excesso no organismo, isso vai interferir no pensamento e no comportamento”, diz Borsari.</p>
<h3><strong>Conheça, aqui, alguns sintomas e características de uma pessoa ansiosa:</strong></h3>
<p>– pensamento acelerado:<br />
– medo intenso de acontecer algo ruim:<br />
– risco à integridade física;<br />
– taquicardia;<br />
– respiração ofegante e acelerada;<br />
– tremores;<br />
– irritabilidade;<br />
– agressividade;<br />
– incontinência urinaria;<br />
– desejo por alimentos que tragam bem-estar – como chocolate e outros doces;<br />
– sudorese;<br />
– dificuldade de concentração;<br />
– antecipação negativa do futuro;<br />
– pensamentos aflitivos repetitivos.</p>
<p>Como vimos, a ansiedade é uma resposta do nosso organismo frente ao novo, ao desconhecido. Ela é natural. Mas quando passa a interferir no dia-a-dia, pode ser preocupante – quando os pensamentos acelerados impossibilitam o raciocínio logico, crítico, atrapalham o trabalho e os relacionamentos. Se não for tratada no começo, ela pode desencadear outros transtornos, como a síndrome do pânico – um transtorno de ansiedade, muitas vezes, relacionado a um medo imaginário, em um nível inconsciente – o transtorno de humor depressivo, estresse como comorbidade, TOC, agorafobia, transtorno de ansiedade generalizada e transtorno misto de ansiedade.</p>
<h3><strong>Tratamento:</strong></h3>
<p>O primeiro passo é desacelerar, começar a entender o próprio corpo, as sensações, os sinais e os sintomas. Para isso, é importante buscar a ajuda de um psicólogo e iniciar uma terapia cognitivo-comportamental, que traça planos para melhorar a qualidade de vida. Atividade física, meditação e boa alimentação são importantes nesse processo. Ou seja, encontrar seu momento, se cuidar e desacelerar para conseguir lidar com os sintomas da ansiedade.</p>
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<p>Se você ou algum ente querido precisa de ajuda, entre em <a href="https://clinicareencontro.com.br/contato/">contato</a> conosco! Nós podemos ajudá-lo!</p>
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<p>Fonte: novonascer.com.br</p>
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		<title>Olha o alcoolismo aí, gente!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 14:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4558" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/unnamed.jpg" alt="" width="500" height="385" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/unnamed.jpg 500w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/unnamed-300x231.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>O alcoolismo atinge a, aproximadamente, 12,4% da população brasileira, e está associado à uma série de situações de risco à saúde e à vida como: acidentes de trânsito, comportamentos violentos, doenças cardiológicas, neurológicas, etc. Em 18 de fevereiro – no mês do carnaval – se comemora o Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, sendo uma ótima oportunidade para refletirmos sobre este tema.</p>
<p>Devemos nos perguntar se estamos fazendo algo de concreto para prevenir essa ocorrência, ou se, de alguma forma, estamos ajudando a agravar esse quadro tão preocupante. A resposta a essa questão está diretamente relacionada com a forma com que nós lidamos com a dificuldade de dar limites aos nossos jovens – e talvez a nós mesmos.</p>
<p>Se seu filho não respeita as regras e se envolve em condutas disruptivas, o que você faz? “Libera geral”, já que dar limites não deuc erto? Ou procura conversar e oferece orientações mantendo os limites?</p>
<p>Com relação ao uso de bebidas alcoólicas – que, “diga-se de passagem”, é ilegal para menores de 18 anos, parece que temos feito o contrário! Atualmente, pais comprarem e serem coniventes com o consumo de álcool, em festas, por menores de idade parece ser a regra e não a exceção. O antigo lema “cerveja para adultos e refrigerante para as crianças” das comemorações de antigamente parece ter sido enterrado com os anos 90.</p>
<p>Pesquisas indicam que, quanto mais tarde se inicia o uso da bebida alcoólica, menos provável é que se desenvolva o alcoolismo na vida adulta, e que o cérebro, na adolescência, ainda está sofrendo mudanças, devendo ser evitado, nesta faixa etária, o consumo de substâncias que promovam alterações no Sistema Nervoso Central.</p>
<p>Retardar o início do uso da bebida alcoólica é uma medida simples de prevenção ao alcoolismo e está acessível a todos, no entando, para tal, precisamos, em primeiro lugar, retomar o nosso papel enquanto pais e adultos e lembrar que toda a revolução de verdade, começa “dentro de nós”.</p>
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<p>Se você ou algum ente querido precisa de ajuda, entre em <a href="https://clinicareencontro.com.br/contato/">contato</a> conosco! Nós podemos ajudá-lo!</p>
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<p>Fonte: abead.com.br</p>
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