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	<title>Arquivos Uncategorized - Reencontro</title>
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	<description>O primeiro passo para uma nova vida.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Jul 2021 19:10:42 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Uncategorized - Reencontro</title>
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	<item>
		<title>COMO COMBATER O VÍCIO EM DROGAS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 19:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vício em drogas é o uso excessivo de substâncias, por exemplo álcool, tabaco, anfetaminas, cafeína, maconha, cocaína, ecstasy, heroína, alucinógenos, LSD e tantas outras drogas. Ou então, é uma dependência física ou psicológica dessas substâncias. O vício está associado à saúde mental, mas não é considerado uma “doença mental”. As pessoas usam álcool ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4926" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/station-1848972_1280-780x450-1.jpg" alt="" width="780" height="450" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/station-1848972_1280-780x450-1.jpg 780w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/station-1848972_1280-780x450-1-300x173.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2021/07/station-1848972_1280-780x450-1-768x443.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O vício em drogas é o uso excessivo de substâncias, por exemplo álcool, tabaco, anfetaminas, cafeína, maconha, cocaína, ecstasy, heroína, alucinógenos, LSD e tantas outras drogas.</p>
<p>Ou então, é uma dependência física ou psicológica dessas substâncias. O vício está associado à saúde mental, mas não é considerado uma “doença mental”.</p>
<p>As pessoas usam álcool ou drogas por vários motivos, incluindo relaxamento, práticas religiosas ou participação em um grupo.</p>
<p>Muitas vezes eles não desenvolvem um problema com a bebida. No entanto, o consumo torna-se problemático quando tem consequências prejudiciais e há perda de controle.</p>
<p>Esses problemas precisam ser resolvidos e podem ser resolvidos. Mas se não forem, podem ser caracterizados como vício em drogas.</p>
<p>O vício em drogas traz consequências prejudiciais para o trabalho, estudos ou outras atividades, saúde mental ou física, situação financeira, reputação ou relacionamento com familiares ou amigos.</p>
<h2>Quais são as causas do vício em drogas?</h2>
<p>O vício em drogas pode ser causado por diversos motivos:</p>
<ul>
<li>Condições de vida;</li>
<li>Um desequilíbrio bioquímico no cérebro;</li>
<li>Status socioeconômico;</li>
<li>Um problema de saúde física</li>
<li>Racismo;</li>
<li>Desequilíbrios no âmbito familiar.</li>
</ul>
<p>É importante consultar um médico o mais rápido possível para ajudá-lo a identifica a fonte do problema.</p>
<h2>Como prevenir o vício em drogas?</h2>
<p>O dependente pode adotar um estilo de vida e hábitos que permitam lidar com vários problemas e até impedir que um problema piore. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>Participar de atividades da comunidade;</li>
<li>Ter uma dieta bem equilibrada</li>
<li>Dormir o suficiente</li>
<li>Fazer atividades físicas regularmente</li>
<li>Evitar usar drogas ilícitas e álcool</li>
<li>Participar de um grupo de ajuda</li>
<li>Conversar regularmente com seus queridos sobre as preocupações</li>
</ul>
<h2>A quem recorrer para resolver esse problema?</h2>
<p>O vício em drogas deve ser tratado por um profissional da saúde. Podem ser:</p>
<ul>
<li>Médicos;</li>
<li>Psicólogos, psiquiatras;</li>
<li>Toxicologistas;</li>
<li>Assistência médico-social.</li>
</ul>
<p>O primeiro passo será, portanto, consultar o médico assistente, que guiará seu paciente de acordo com a dependência de drogas em questão, sua duração e o grau de dependência.</p>
<p>A participação em grupos de apoio também é um elemento importante que pode ajudar positivamente o paciente e permite que ele compartilhe sua experiência com outras pessoas.</p>
<p>Além disso, no caso de dependência de drogas, os centros ambulatoriais de atendimento e prevenção à dependência são uma grande ajuda. Você encontrará todos os profissionais de saúde, que o ajudarão a superar seu vício.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você ou algum ente querido precisa de ajuda, entre em <a href="https://clinicareencontro.com.br/contato/">contato</a> conosco! Nós podemos ajudá-lo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: viversemdroga.com.br</p>
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		<title>Como a psicologia trabalha os vícios e a dependência química</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 14:14:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante os últimos anos, a dependência química deixou de ser tratada como um desvio de caráter e assumiu o seu papel como um transtorno de natureza biológica, psicológica e social. Essa mudança de mentalidade repercutiu nas estratégias de tratamento e tomou força uma nova concepção a respeito de pessoas com vícios como o álcool, o fumo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4017" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show_image.jpg" alt="" width="678" height="423" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show_image.jpg 678w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show_image-300x187.jpg 300w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /></p>
<p>Durante os últimos anos, a dependência química deixou de ser tratada como um desvio de caráter e assumiu o seu papel como um transtorno de natureza biológica, psicológica e social. Essa mudança de mentalidade repercutiu nas estratégias de tratamento e tomou força uma nova concepção a respeito de pessoas com vícios como o álcool, o fumo e a cocaína.</p>
<p>Hoje vamos explorar melhor esse tema, trazendo informações relevantes sobre a caracterização da dependência química, as suas formas de tratamento e como é possível superar, ou ajudar alguém a superar, esse problema.</p>
<h2><strong>O QUE É DEPENDÊNCIA QUÍMICA?</strong></h2>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dependência química é uma doença crônica comportamental, fisiológica e cognitiva que ocorre com o uso repetido de determinadas substâncias.</p>
<p>Entre as dependências mais comuns, consideradas psicoativas, estão o álcool, o fumo e a cocaína, por exemplo. Mas há ainda que se considerar indivíduos que se viciam em substâncias farmacológicas.</p>
<p>Essas substâncias, ou comumente chamadas de drogas, psicoativas atuam no Sistema Nervoso Central das pessoas e alteram a sua capacidade de pensar, sentir e até agir. Elas também causam um desequilíbrio no organismo, alterando o metabolismo químico, o que causa a dependência.</p>
<h2><strong>CAUSAS</strong></h2>
<p>Muitos podem ser os motivos, desde uma curiosidade experimental, até fatores genéticos e psicossociais. Há estudos relacionados a esse entendimento sobre a predisposição de um indivíduo ao risco da dependência e do vício, mas ainda entende-se como uma doença multifatorial.</p>
<p>No caso do álcool, estima-se que 50% da vulnerabilidade de uma pessoa em viciar-se nessa substância está relacionado a fatores genéticos, sendo que filhos de pais alcoólatras possuem quatro vezes mais chances de também desenvolverem o vício. Para mulheres, jovens e idosos, que são considerados grupos mais predispostos a reagirem aos efeitos das bebidas alcoólicas, o desenvolvimento de dependência também é maior.</p>
<p>Podem ser considerados então, como fatores de risco, a genética, a disponibilidade de substâncias psicoativas, a falta de monitoramento dos pais, quando se é mais jovem, transtornos psiquiátricos e o ambiente que se está inserido.</p>
<h2><strong>QUAIS SÃO OS SINTOMAS?</strong></h2>
<p>Alguns dos sintomas da dependência química são:</p>
<p>– Aumento da tolerância no uso dessas substâncias, ou seja, os efeitos a serem obtidos só acontecem após consumo exagerado;<br />
– Vontade incontrolável de utilizar a substância em variados momentos;<br />
– Falta de controle e limite ao consumir;<br />
– Tentar reduzir o consumo, mas não ter sucesso;<br />
– Deixar de lado atividades antes consideradas prazerosas, para realizar outras relacionadas ao vício;<br />
– Sintomas de desconforto ao não consumir a substância com frequência, que podem ser observadas a partir de tremores, ansiedade, irritabilidade, insônia e sudorese;<br />
– Ter ou perceber sintomas de prejuízos a saúde, mas ainda assim realizar consumo da substância.</p>
<h2><strong>COMO É O TRATAMENTO PARA VÍCIOS?</strong></h2>
<p>A internação foi durante muito tempo o recurso mais utilizado para o tratamento, isso porque se objetivava, basicamente, a abstinência completa. Contudo, a partir da nova concepção que já falamos aqui, o objetivo a ser perseguido foi ampliado e o tratamento passou a ter como meta motivar a pessoa a ampliar seu repertório social, a buscar novas maneiras de se relacionar e novas habilidades sociais para lidar com o cotidiano. Daí entra o papel importante do psicólogo no tratamento de vícios e dependência química.</p>
<p>Devemos ressaltar, que cada indivíduo possui características diferentes em relação ao seu vício, seja uma característica pessoal, como a personalidade, como também a quantidade e a frequência de utilização da droga. Fatores emocionais, ou seja, pessoas já com características de instabilidade com o seu bem-estar emocional, e físicos devem ser considerados no diagnóstico médico.</p>
<p>O objetivo do tratamento psicológico, segundo o especialista e psicólogo do Zenklub, Eduardo Junqueira, é prestar assistência preventiva, curativa e de reabilitação, por meio da psicoterapia individual e/ou de grupo. Segundo ele, “A intenção é que, a partir do uso de técnicas de prevenção e de recaída, a pessoa consiga atingir a abstinência e, com isso, seja capaz de readaptar-se socialmente, elaborando as suas dificuldades pessoais e tendo consciência das questões relacionadas ao seu vício e a possibilidade de recaída.”</p>
<div id="zenkl-71c5ce1e56b06c097a552f03a4631b9c" class="zenkl-71c5ce1e56b06c097a552f03a4631b9c"></div>
<p>Para Junqueira, “com o tratamento psicológico, o dependente químico consegue reavaliar e corrigir o seu pensamento, aprende a dominar os problemas e as situações que a princípio ele considerava insuperável. Mesmo que o quadro inicial do dependente apresente perdas e limitações que dificultam o aprofundamento dessas questões inconscientes e angustiantes, o especialista necessita abordar o comportamento com praticidade e concretude, buscando soluções que substituem os padrões de comportamento destrutivo. É um tratamento mais realista e adaptativo.”</p>
<h2><strong>O DEPENDENTE E A FAMÍLIA</strong></h2>
<p>A família do dependente também atravessa dificuldades durante esse tempo de uso dos vícios por parte do ente ou do tratamento. Por isso, dentro dessa nova concepção de atendimento e ajuda, há espaço para acompanhamento ou trabalho familiar. Segundo Junqueira, “Com isso, pretende-se que a família desenvolva melhor entendimento a respeito da doença, sua dinâmica, seus fatores de risco e de como ela pode atuar de forma mais assertiva nas diferentes situações que envolvem o problema.”.</p>
<h2><strong>PREVENÇÃO À RECAÍDAS</strong></h2>
<p>Além do apoio familiar e de amigos, é interessante que pessoas que passaram por momentos de dependência química sigam com acompanhamento de um especialista. Sessões de psicoterapia, focadas em abordagens comportamentais, reforçam a estratégia de comportamento ao lidar com situações consideradas de risco de novo contato com a substância.</p>
<p>Fonte: zenklub</p>
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		<title>O QUE É INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA E QUANDO ELA É NECESSÁRIA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 15:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em internação compulsória? Sabe o que significa esse termo? Uma lei sancionada em 2019 determina que dependentes químicos agora podem ser formados involuntariamente, sem que haja uma autorização judicial para isso. Na visão de algumas pessoas, uma internação compulsória é uma medida mais agressiva (o que gerou bastante debate em 2019). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4012" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2389437-780x450-1.jpg" alt="" width="780" height="450" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2389437-780x450-1.jpg 780w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2389437-780x450-1-300x173.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2389437-780x450-1-768x443.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Você já ouviu falar em internação compulsória? </span><span style="vertical-align: inherit;">Sabe o que significa esse termo?</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Uma lei sancionada em 2019 determina que dependentes químicos agora podem ser formados involuntariamente, sem que haja uma autorização judicial para isso.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Na visão de algumas pessoas, uma internação compulsória é uma medida mais agressiva (o que gerou bastante debate em 2019).</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Mas, na visão de outros, é uma medida necessária quando um dependente químico coloca sua própria vida em risco ou em outras pessoas.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Por isso, neste artigo, explique para você tudo sobre a internação compulsória, como ela funciona e quando é necessário.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Segundo determinação legal, uma internação compulsória somente é válida quando é comprovado que o químico dependente não pode ser tratado de nenhuma outra maneira de recuperar a saúde.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Além disso, ela também é dependente do tipo de droga que o usuário consome.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Também é possível verificar se um familiar dependente químico pode solicitar uma interrupção da internação obrigatória sempre que achar necessário.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Além disso, ela pode ser aplicada se os recursos hospitalares forem insuficientes para tratar um paciente.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Portanto, uma internação compulsória não pode ser realizada sob certas circunstâncias!</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">No entanto, é necessário levar em consideração que em muitos casos os dependentes químicos estão fora do caso de conter efeitos de drogas.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Nesses casos, tanto a família quanto o Estado podem tomar as providências necessárias. </span><span style="vertical-align: inherit;">O usuário está colocando uma vida própria em risco, uma internação necessária para que ele passe por uma reabilitação.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">É claro que depois da reabilitação é necessário investigar como causas que levaram o usuário a consumir como drogas. </span><span style="vertical-align: inherit;">São várias questões sociais que levam a esse problema.</span></span></p>
<h2><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Como funciona uma internação compulsória?</span></span></h2>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Por um lado, é muito mais fácil levar um paciente à clínica de reabilitação quando ele está de acordo com esse procedimento. </span><span style="vertical-align: inherit;">Mas, em alguns casos, o usuário não concorda com isso.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Ou ele não concorda, ou simplesmente não é suficiente para entender o que está acontecendo. </span><span style="vertical-align: inherit;">Afinal, muitos dependentes químicos vivem outra realidade. </span><span style="vertical-align: inherit;">Por isso, uma internação obrigatória é necessária em alguns casos. </span><span style="vertical-align: inherit;">No entanto, essa é uma decisão que não deve ser tomada de forma impulsiva. </span><span style="vertical-align: inherit;">Afinal, é uma decisão radical.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Por isso, ela precisa ser bem estudada pelos familiares. </span><span style="vertical-align: inherit;">Isso porque uma internação compulsória pode piorar ainda mais o quadro do químico dependente. </span><span style="vertical-align: inherit;">É importante também que haja diálogo entre as duas partes. </span><span style="vertical-align: inherit;">Se houver presentes familiares, o ideal é que eles tentem fazer ou dependem para entender sua condição antes de ser internado.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">É importante que o paciente não sinta a necessidade de ser internado. </span><span style="vertical-align: inherit;">Se ele sentir assim, é capaz de agir de forma mais introspectiva e, em muitos casos, de maneira agressiva.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Se for necessário, busque ajuda de outros profissionais para entender como lidar melhor com essa situação antes do diálogo com o indivíduo.</span></span></p>
<h2><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Então, caso não exista outra alternativa, é necessário partir para esse tipo de internação?</span></span></h2>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Sim, é comprovado que outras formas de tratamento não funcionam. </span><span style="vertical-align: inherit;">Além disso, uma internação compulsória pode ser feita com a ausência de um familiar que se responsabiliza pelo dependente químico. </span><span style="vertical-align: inherit;">Essa constatação deve ser feita através dos elogios médicos que incluem uma ineficiência de outros métodos testados anteriormente. </span><span style="vertical-align: inherit;">Se não houver esse problema, o paciente não poderá passar pelo processo de internação compulsória.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">E no caso dessa atitude mais radical ser necessária, é importante que uma equipe de profissionais se mobilize para cuidar do caso. </span><span style="vertical-align: inherit;">Essa equipe deve ser composta por médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos. </span><span style="vertical-align: inherit;">Em suma, profissionais treinados para esse tipo de situação.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">O objetivo de reunir uma equipe com esses profissionais é lidar bem com o paciente, de modo que ele não reaja de maneira explosiva. </span><span style="vertical-align: inherit;">Além disso, quando não há profissionais envolvidos, há um grande risco de uma pessoa se machucar por causa de um comportamento agressivo do dependente.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">E se um lado é necessário para comprovar os laudos médicos para um paciente ser internado, por outro, também são permitidos os laudos que incluem melhorias no paciente até que ele possa deixar o ambiente de tratamento.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Não existe um tempo certo para isso. </span><span style="vertical-align: inherit;">Tudo depende da forma como o paciente reage aos medicamentos / controles. </span><span style="vertical-align: inherit;">Embora seja necessário em alguns casos, ainda é um tema que gera polêmica, já que a obrigatoriedade de internação e a associação de um paciente podem agravar ainda mais o seu estado físico e emocional.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Fonte: viversemdroga</span></span></p>
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		<item>
		<title>Como sei se estou tendo uma crise de ansiedade?</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/como-sei-se-estou-tendo-uma-crise-de-ansiedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 19:13:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ansiedade e o Transtorno de Ansiedade É comum sentir ansiedade em diversas situações cotidianas. A ansiedade é uma resposta natural do nosso organismo para nos alertar que estamos em perigo. Entretanto, quando isso se torna frequente ao ponto de impactar em diferentes áreas da vida do sujeito, a ansiedade deixa de ser uma característica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A Ansiedade e o Transtorno de Ansiedade</h2>
<p>É comum sentir ansiedade em diversas situações cotidianas. A ansiedade é uma resposta natural do nosso organismo para nos alertar que estamos em perigo. Entretanto, quando isso se torna frequente ao ponto de impactar em diferentes áreas da vida do sujeito, a ansiedade deixa de ser uma característica para se tornar um transtorno.</p>
<p>Geralmente quem possui um histórico de Transtorno de Ansiedade Generalizada e Síndrome do Pânico experiencia crises de ansiedade, sente um medo incontrolável e intenso em poucos minutos, acompanhado de uma série de sintomas físicos, tais como:</p>
<ul>
<li>Coração acelerado,</li>
<li>Falta de ar,</li>
<li>Tontura,</li>
<li>Tremores no corpo.</li>
</ul>
<p>O que assusta em uma crise de Ansiedade é não saber o que fazer quanto às sensações corporais, pois a sensação de insegurança e que algo de ruim pode acontecer provoca a liberação de hormônios como noradrenalina e adrenalina, em resposta ao estresse causado.</p>
<p>Nesse momento, os dois hormônios desencadeiam uma série de reações por todo o corpo, como</p>
<ul>
<li>Constrição dos vasos sanguíneos,</li>
<li>Respiração ofegante,</li>
<li>Batimentos cardíacos,</li>
<li>Aumento de pupilas.</li>
</ul>
<p>A função de tudo isso, apesar de assustar, é apenas de estimular o corpo, para que este consiga reagir de forma mais rápida à situação.</p>
<div id="os-sintomas-fisicos" class="index-title" data-title="Os sintomas físicos"></div>
<h2><b>Os sintomas físicos</b></h2>
<p>Os sintomas físicos são:</p>
<ul>
<li>Tensão ou dores musculares;</li>
<li>Sensação de estar com os nervos à flor da pele;</li>
<li>Cansaço;</li>
<li>Insônia;</li>
<li>Dores de cabeça.</li>
</ul>
<div id="sintomas-cognitivos" class="index-title" data-title="Sintomas cognitivos "></div>
<h2><b>Sintomas cognitivos </b></h2>
<p>Os sintomas cognitivos são:</p>
<ul>
<li>Dificuldade de concentração;</li>
<li>Pensamentos intrusivos e preocupações excessivas;</li>
<li>Dificuldade com tomada de decisões;</li>
<li>Sintomas comportamentais;</li>
<li>Impulsividade;</li>
<li>Fala acelerada;</li>
<li>Agressividade.</li>
</ul>
<div id="sintomas-emocionais" class="index-title" data-title="Sintomas emocionais"></div>
<h2><b>Sintomas emocionais</b></h2>
<ul>
<li>Nervosismo;</li>
<li>Tristeza;</li>
<li>Irritabilidade.</li>
</ul>
<p>Antes de pensarmos em qualquer sintoma que faz parte da ansiedade, sempre precisamos descartar outras causas médicas que possam causar esses sintomas. No entanto, se você é muito ansioso(a), há grandes chances que eles sejam causados pela ansiedade.</p>
<div id="4-habilidades-que-voce-pode-desenvolver-para-lidar-com-a-ansiedade" class="index-title" data-title="4 habilidades que você pode desenvolver para lidar com a ansiedade"></div>
<h2><b>4 habilidades que você pode desenvolver para lidar com a ansiedade</b></h2>
<ol>
<li>Reconhecer pensamentos ansiosos. Quando você estiver se sentindo ansioso, pare e observe quais pensamentos te deixaram nesse estado.</li>
<li>Aprender a conversar com sua mente. Depois de identificar o pensamento, não o tome como verdade absoluta, converse com sua mente sobre esse pensamento. É um pensamento verdadeiro? É um pensamento que me ajuda? É um pensamento sobre algo que tenho controle?</li>
<li>Aprender a “deixar ir” aqueles pensamentos que aumentam a ansiedade. Se for um pensamento que não condiz com a realidade ou que não te ajuda a tomar uma decisão, apenas deixe ir. Agradeça sua mente, peça-a para parar com esses pensamentos e se distraia com algo.</li>
<li>Ter paciência e praticar. Lidar com a ansiedade é um trabalho que precisa ser contínuo, aprender técnicas e exercícios em Terapia Cognitivo-comportamental é uma opção. Assim como na academia treinamos buscando um resultado físico, na terapia busca-se praticar o aprendizado de como lidar com a ansiedade todos os dias.</li>
</ol>
<div id="como-lidar-com-uma-crise-de-ansiedade-em-4-passos" class="index-title" data-title="Como lidar com uma crise de ansiedade em 4 passos"></div>
<h2><b>Como lidar com uma crise de ansiedade em 4 passos</b></h2>
<h3>Passo 1: Aceite a sua ansiedade</h3>
<p>Parece estranho a princípio, mas quanto mais você ficar ansioso por estar ansioso, mais irá se desesperar com os sintomas corporais, e isso faz com que eles aumentam. Simplesmente perceba quais reações você está sentindo. Entenda que é temporário e que em algum momento irá passar. Confie na sua mente e corpo. Siga os próximos passos.</p>
<h3>Passo 2:  Aguçando os 5 sentidos</h3>
<p>Interpretamos o mundo e o percebemos através dos nossos 5 sentidos (tato, visão, olfato, paladar e audição). Portanto, eles são excelentes aliados neste momento. Tire o foco do interno e coloque seu foco no externo. Olhe para as coisas que estão à sua volta e comece a nomeá-las em voz alta. Ouça os sons. Identifique cheiros. Beba água para estimular o paladar. Toque algo e sinta sua textura. Esse é um exercício de atenção plena, pois quando experimentamos a ansiedade dificilmente conseguimos manter nossa atenção no momento presente.</p>
<h3>Passo 3: Faça a respiração diafragmática</h3>
<p>Respire pelo abdômen, inspirando o ar pelo nariz contando até 4, segurando o ar em seus pulmões contando até 2 e soltando o ar pela boca contando até 6. Essa respiração ativa o sistema de relaxamento do corpo, diminuindo as sensações corporais. Repita até que sinta que sua respiração não está mais ofegante. É essencial que essa prática também ocorra no dia a dia, para prevenir possíveis crises de Ansiedade causadas pela falta de ar.</p>
<h3>Passo 4: Questione os seus pensamentos</h3>
<p>Identifique que pensamentos passam por sua cabeça que podem estar aumentando a sua ansiedade. Por exemplo: <em>“vou ter um ataque cardíaco”, “vou enlouquecer”, “o que as pessoas estão pensando de mim?”</em>. Questione esses pensamentos, ou seja, veja se eles são verdadeiros ou não de acordo com fatos da realidade. Se você tem crises de ansiedade é importante que faça exames cardiológicos, caso esteja saudável saiba que não vai enfartar por causa de uma crise, isso é um mito.</p>
<div id="3-passos-para-ajudar-alguem-em-uma-crise-de-ansiedade" class="index-title" data-title="3 passos para ajudar alguém em uma crise de ansiedade"></div>
<h2><b>3 passos para ajudar alguém em uma crise de ansiedade</b></h2>
<ul>
<li><strong>Passo 1 – Conforte a pessoa</strong>. Fique próximo dela e diga frases como: <em>“estou aqui com você”, “eu sei que as sensações são desconfortáveis mas não são perigosas”, “não vai acontecer nada de grave com você”, “eu sei que está difícil agora mas você vai conseguir passar por isso e eu vou estar aqui junto”</em>.</li>
<li><strong>Passo 2 – Ajude ela a olhar em volta.</strong> Em uma crise a pessoa fica concentrada e apavorada com suas sensações corporais. Ajude-a a olhar em volta e ver outras coisas. Isso ajuda a tirar o foco das sensações corporais e dos pensamentos assustadores.</li>
<li><strong>Passo 3 – Seja gentil durante todos esses passos.</strong> Não julgue a pessoa por ela estar se sentido assim, apenas ajude-a a se acalmar. Apenas ofereça sua presença.</li>
</ul>
<p>Precisamos identificar de onde essa ansiedade está surgindo, é preciso fazer uma transformação através da reestruturação cognitiva.</p>
<p>A ansiedade não surgiu na sua vida por acaso. Algo não estava indo bem, você se sentiu ameaçado fisicamente ou moralmente e a ansiedade se manifestou. Então pare e reflita, o que não está legal na sua vida que está causando um aumento na sua ansiedade e com isso esta causando os sintomas corporais?</p>
<p>Fonte: psicologiaviva</p>
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			</item>
		<item>
		<title>6 hábitos para manter a saúde mental na quarentena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 15:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante uma quarentena é normal que a pessoa possa se sentir isolada, ansiosa e frustrada, principalmente se não tiver amigos ou família por perto, acabando por afetar sua saúde mental. Criar rotinas, experimentar novas atividades, ter uma alimentação saudável ou praticar atividades físicas regularmente são alguns dos hábitos que podem ser realizados no dia a dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4007" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/o-que-fazer-na-quarentena_38210_l.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/o-que-fazer-na-quarentena_38210_l.jpg 640w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/o-que-fazer-na-quarentena_38210_l-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Durante uma quarentena é normal que a pessoa possa se sentir isolada, ansiosa e frustrada, principalmente se não tiver amigos ou família por perto, acabando por afetar sua saúde mental.</p>
<p>Criar rotinas, experimentar novas atividades, ter uma alimentação saudável ou praticar atividades físicas regularmente são alguns dos hábitos que podem ser realizados no dia a dia para que se garanta uma melhor saúde mental. Além disso, realizar essas atividades faz com que exista a sensação de que o tempo está passando mais rápido, o que também ajuda a diminuir os sentimentos negativos comuns da quarentena.</p>
<h2>1. Crie rotinas</h2>
<p>Criar uma rotina semelhante ao que se fazia antes, principalmente quando na quarentena é ainda preciso estudar ou trabalhar, é fundamental. Isso porque, pelo fato de se estar constantemente em casa, é comum que a pessoa acabe por não ter tanta vontade de realizar essas atividades.</p>
<p>Assim, é interessante colocar o despertador para a hora que se costumava acordar e se arrumar como se fosse trabalhar ou estudar. É importante também que o ambiente em que se realiza essa atividade esteja organizado e não tenha muitas distrações, pois assim fica mais fácil concentrar-se na tarefa.</p>
<p>Além disso, se na rotina anterior havia um tempo dedicado para a prática de atividade física ou de descanso, por exemplo, é interessante também continuar com essa rotina em casa. Por isso, ao &#8220;sair&#8221; do trabalho ou do estudo, pode-se colocar a roupa de treino e fazer a atividade física, de preferência em um ambiente diferente daquele em que realizou o trabalho ou o estudo.</p>
<h2>2. Coloque seus planos no papel</h2>
<p>É comum que existam planos e ideias que nunca saíram do pensamento e, por isso, a quarentena pode ser um bom momento para que esses planos sejam colocados no papel e, se possível, também sejam colocados em prática. Isso porque mesmo que a pessoa tenha que trabalhar durante o dia, não há tempo gasto em deslocamento, por exemplo, e esse tempo &#8220;extra&#8221; pode ser aproveitado para iniciar um novo projeto ou retomar um que esteja parado.</p>
<p>Isso faz com que a pessoa mantenha-se ocupada e entretida com novos projetos, além de estimular a criatividade e trazer sensação de bem-estar.</p>
<h2>3. Experimente novas atividades</h2>
<p>A quarentena também é um bom momento para experimentar atividades que sempre teve vontade de fazer mas que nunca tinha disponibilidade, como aprender uma língua nova, fazer um curso online, aprender um instrumento, escrever, pintar e fazer jardinagem, por exemplo.</p>
<p>Além disso, experimentar novas receitas na cozinha é uma oportunidade de, além de estimular a criatividade, unir a família, tornando a cozinha também divertida. Por outro lado, caso na quarentena a pessoa esteja sozinha, pode-se fazer chamada de vídeo com a família ou com os amigos e sugerir que também façam a mesma receita, pois assim é possível manter a comunicação e o relacionamento e tornar a cozinha também divertida.</p>
<h2>4. Mantenha uma alimentação saudável</h2>
<p>A alimentação saudável e equilibrada é fundamental na quarentena, pois ajuda a ter mais disposição para realizar as atividades do dia a dia e a fortalecer o sistema imunológico. Por isso, embora possa parecer mais fácil, é importante evitar comidas prontas e doces em excesso durante esse período, investindo em alimentos integrais e que ajudem a fortalecer a imunidade como salmão, sardinha, castanha, carne de vaca e de frango, sementes, espinafre e cenoura, por exemplo.</p>
<p>Além disso, como a recomendação na quarentena é evitar o máximo sair de casa, é importante que se tenha em casa alimentos que possam ser conservados por um longo período, como enlatados, macarrão, arroz, grão de bico, feijão, amendoim, castanhas, leite UHT, vegetais congelados e frutas desidratadas, por exemplo. É recomendado também que antes de sair de casa, seja feita uma lista do que será de fato necessário para evitar o desperdício de alimentos e para garantir que todas as pessoas tenham acesso à comida.</p>
<h2>5. Pratique exercício físico diariamente</h2>
<p>A prática de atividade física é muito importante durante a quarentena, pois estimula a produção de serotonina, que é o hormônio responsável pela sensação de bem-estar, além de ajudar a combater pensamentos negativos sobre o período que se está vivendo, manter o corpo ativo, aumentar a disposição, diminuir o estresse e fortalecer o sistema imune.</p>
<p>Apesar de haver restrições na quarentena sobre a prática de exercício na academia, é possível realizar atividade física em casa e ter os mesmos benefícios. Uma opção de treino para fazer casa é:</p>
<ul>
<li><strong>Corrida no local </strong>para aquecer: nesse exercício a pessoa deve simular uma corrida, mas no mesmo lugar e levantando os joelhos. Pode-se fazer essa corrida 3 vezes por cerca de 30 segundos, tentando sempre manter o ritmo;</li>
<li><strong>Agachamento com salto</strong>: fazer 3 séries de 10 a 12 agachamentos com salto. A diferença desse agachamento para o agachamento simples é a de que ao voltar à posição inicial, em pé, a pessoa realiza um saltinho e logo em seguida volta a agachar;</li>
<li><strong>Lunge alternado</strong>: fazer 3 séries de 10 a 12 repetições. Nesse exercício, a pessoa deve dar um passo a frente e flexionar os joelhos de forma que a coxa fique paralela ao chão e o joelho dobrado em um angulo de 90º. Em seguida, voltar à posição inicial com os pés juntos, e avançar com a outra perna;</li>
<li><strong>Flexão</strong>: fazer 3 séries de 10 a 12 flexões;</li>
<li><strong>Burpee</strong>: fazer 3 séries de 10 a 12 repetições ou realizar o movimento por cerca de 30 segundos. Esse exercício corresponde ao movimento de deitar e levantar rapidamente e, para ser feito, a pessoa precisa primeiro ficar em pé e em seguida deitar o corpo, apoiando as mãos no chão e jogando os pés para trás. Para levantar deve-se fazer o movimento inverso, passando pela prancha antes de levantar do chão.</li>
<li><strong>Abdominal e prancha</strong>: fazer 3 séries de 10 a 12 repetições de abdominal e depois ficar na prancha por 15 a 30 segundos.</li>
</ul>
<p>Além disso, pode-se também optar por fazer aulas de dança, pilates e zumba, por exemplo. No caso das pessoas mais velhas, é interessante também realizar exercícios de alongamento para manter a mobilidade da articulação e promover também a saúde.</p>
<h2>6. Faça atividades relaxantes</h2>
<p>Apesar da quarentena ser considerada um momento de isolamento e introspecção, é preciso também incluir no dia a dia atividades que ajudem a relaxar, principalmente se o trabalho que realiza está diretamente relacionado com informação. Por isso, é interessante no fim do dia praticar meditação ou ioga, por exemplo, para ajudar a relaxar e acalmar a mente.</p>
<p>Outras opções de atividades relaxantes são assistir um filme ou série, ouvir música, fazer um ritual de beleza, tomar um banho relaxante, ler, completar um quebra-cabeça, fazer jogos de tabuleiros, ou simplesmente dormir, que também é fundamental para diminuir o estresse, melhorar o humor, recarregar as energias e garantir disposição para realizar as atividades do dia seguinte.</p>
<p>Fonte: tuasaude</p>
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			</item>
		<item>
		<title>VÍCIO EM ÁLCOOL: ENTENDA AS CONSEQUÊNCIAS DESSE PROBLEMA NA ADOLESCÊNCIA!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 13:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para muitos jovens, a adolescência é uma fase bastante delicada, na qual eles têm que lidar com uma montanha-russa de emoções, como desejo de afirmação e de integração entre os colegas, insegurança e o medo da rejeição. Para driblar esses sentimentos, muitos deles encontram no álcool uma forma de mascará-los, dando início ao vício em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4004" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vício-em-álcool-entenda-as-consequências-desse-problema-na-adolescência.jpeg" alt="" width="780" height="450" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vício-em-álcool-entenda-as-consequências-desse-problema-na-adolescência.jpeg 780w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vício-em-álcool-entenda-as-consequências-desse-problema-na-adolescência-300x173.jpeg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vício-em-álcool-entenda-as-consequências-desse-problema-na-adolescência-768x443.jpeg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Para muitos jovens, a adolescência é uma fase bastante delicada, na qual eles têm que lidar com uma montanha-russa de emoções, como desejo de afirmação e de integração entre os colegas, insegurança e o medo da rejeição. Para driblar esses sentimentos, muitos deles encontram no álcool uma forma de mascará-los, dando início ao vício em álcool.</p>
<p>Além da influência dos amigos, há a interferência da família: 43,5% das vezes o consumo de álcool entre os jovens é feito em ambiente familiar, de acordo com um estudo realizado pelo Ambulatório de Pediatria do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo.</p>
<p>Esse é um problema sério de saúde pública que indica que o vício em drogas pode começar em qualquer idade. Entenda quais são as consequências para os jovens e saiba como o assunto precisa ser discutido para ser evitado. Acompanhe!</p>
<h2>O cérebro do jovem não está totalmente maduro</h2>
<p>Uma informação importante sobre o consumo de álcool se refere à banalização da cerveja entre as pessoas, que não é vista como uma droga. A bebida se tornou tão popular que não é associada ao álcool por parte da população. Inclusive, as propagandas da cerveja são comuns em diversos horários na televisão, pois como a bebida tem menos de 13% de teor alcoólico, a sua publicidade não é vedada.</p>
<p>Assim, o consumo se torna muito comum entre as famílias. A consequência disso é que o adolescente que inicia a ingestão muito cedo tem parte do seu cérebro afetada, pois ainda não atingiu a maturidade do órgão<strong>, </strong>que ocorre por volta dos 21 anos<strong>.</strong> Em função disso, são maiores as chances do jovem ter perda de memória e da capacidade cognitiva de forma precoce.</p>
<h2>O adolescente fica suscetível a doenças ainda mais cedo</h2>
<p>É muito fácil ter acesso ao álcool em qualquer idade, mesmo que haja restrições na venda da bebida. Isso acontece porque muitos estabelecimentos não respeitam essa imposição e fazem a venda sem checagem da identidade ou mesmo por negligência.</p>
<p>O adolescente que abusa do álcool pode ter complicações no pâncreas, órgão que produz insulina no organismo, e isso pode levar a doenças como diabetes.</p>
<h2>O envolvimento com o crime se torna mais fácil</h2>
<p>Muitas vezes o álcool é a porta de entrada para que o jovem tenha acesso a outros tipos de drogas, como cigarro, maconha e cocaína. Quanto mais o adolescente faz uso dessas substâncias, mais chances ele tem de se envolver na criminalidade com o tráfico de drogas. Além disso, o álcool provoca a desinibição e contribui para que o indivíduo cometa excessos.</p>
<p>Um deles resulta em outro tipo de crime, como a violência doméstica. A esse fator podem ser relacionados os maus tratos aos pais e parentes que convivem com o jovem, bem como a agressão às mulheres e companheiras. O álcool altera a percepção da realidade e a capacidade de tomar decisões, e isso contribui para o aumenta da violência contra a mulher.</p>
<p>São várias as consequências do abuso de drogas e do vício em álcool entre os adolescentes. Uma boa relação familiar com conversas francas e abertas pode ajudar na resolução de vários conflitos, evitando que os jovens busquem refúgio nesse tipo de substância. Aposte no diálogo e procure ajuda o quanto antes para evitar que o problema se agrave!</p>
<p>Fonte: viversemdroga</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Idosos, isolamento social e abuso de álcool durante a quarentena</title>
		<link>https://clinicareencontro.com.br/idosos-isolamento-social-e-abuso-de-alcool-durante-a-quarentena/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2020 17:07:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O isolamento social pode ser um problema para muitos idosos, com consequências negativas para sua saúde, incluindo o abuso de álcool. Com a COVID-19, esse problema agrava-se durante a quarentena e gera preocupação entre especialistas. Confira o que pode ser feito para dar apoio aos idosos neste período. Entre 2015 e 2050, a proporção da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="itemIntroText">
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3986" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/dz0zhxro0yq5n638vhy167wyj.jpg" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/dz0zhxro0yq5n638vhy167wyj.jpg 1920w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/dz0zhxro0yq5n638vhy167wyj-300x169.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/dz0zhxro0yq5n638vhy167wyj-1024x576.jpg 1024w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/dz0zhxro0yq5n638vhy167wyj-768x432.jpg 768w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/dz0zhxro0yq5n638vhy167wyj-1536x864.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p><em>O isolamento social pode ser um problema para muitos idosos, com consequências negativas para sua saúde, incluindo o abuso de álcool. Com a COVID-19, esse problema agrava-se durante a quarentena e gera preocupação entre especialistas. Confira o que pode ser feito para dar apoio aos idosos neste período.</em></p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>Entre 2015 e 2050, a proporção da população mundial acima de 60 anos quase dobrará, passando de 12% para 22% e ultrapassando a população de crianças com menos de 5 anos. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Características dos Moradores e Domicílios do IBGE mostram que a população brasileira acompanha esta tendência: o grupo das pessoas de 60 anos ou mais de idade passou de 12,8% da população residente total em 2012 para 15,4% em 2018.</p>
<p>Biologicamente, o envelhecimento leva a uma diminuição gradual da capacidade física e mental, e um risco crescente de doenças. Mas essas mudanças não são lineares e variam amplamente de uma pessoa para outra.</p>
<p>Os riscos de declínio na saúde e no funcionamento nesta fase da vida são influenciados por fatores genéticos, alimentação e estilo de vida – incluindo atividades físicas, descanso apropriado e relações saudáveis em âmbito pessoal e profissional. Os laços sociais e de pertencimento, a presença de uma rede de apoio e a participação em atividades sociais estariam relacionados a uma melhor saúde mental entre idosos. Por outro lado, o isolamento ou a perda das relações sociais demonstram implicações para o declínio na cognição e humor, bem como uma piora no funcionamento do sistema imunológico, aumento do risco de desenvolver depressão e abusar no consumo de álcool<sup>3</sup>. Na renomada revista <em>The Lancet Public Health</em>, Ziggi Ivan Santini e colegas publicaram estudo mostrando as relações bidirecionais entre depressão ou ansiedade e isolamento social, a partir de uma amostra de 3005 pessoas nascidas entre 1920 e 1947<sup>2 </sup>(com 57 a 85 anos de idade no início do estudo).</p>
<p>Além dos sintomas de ansiedade e depressão, outra preocupação nesse contexto é o abuso de álcool, que figura como o 7º maior fator de risco para a carga total de doenças entre indivíduos de 50 a 69 anos e o 10º para indivíduos maiores de 70 anos (GBD,2010). O Panorama sobre Saúde e Álcool elaborado pelo CISA mostrou que a faixa etária de 55 anos ou mais compõe, a cada ano, maior parcela do total de internações atribuíveis ao álcool, passando de 26% para 36%, entre 2010 e 2018. Quanto aos óbitos, em 2017, 48,2% daqueles relacionados ao uso de álcool ocorreram em pessoas com 55 ou mais anos de idade. É importante lembrar que o envelhecimento torna o corpo menos apto a metabolizar o álcool e com maior propensão à desidratação. Além disso, o álcool pode interferir no efeito de diversas medicações e seu abuso crônico está associado ao aumento do risco para várias doenças.</p>
<p>A pandemia recente de COVID-19 e o isolamento social imposto pela quarentena intensificaram a gravidade desse cenário de maior vulnerabilidade dos idosos. Especialistas recomendam atenção especial para a situação dessa população, por ser mais afetada pelo vírus e que pode sofrer maiores impactos em razão do isolamento, incluindo uma piora dos sintomas depressivos e abuso de álcool, repercutindo negativamente na saúde como um todo. O isolamento afeta particularmente os idosos cujo único contato social está fora de casa, como em instituições filantrópicas, centros comunitários e locais de culto. Aqueles que não têm familiares ou amigos próximos e dependem do apoio de serviços voluntários ou assistência social podem ser colocados em risco adicional, juntamente com aqueles que já viviam sozinhos. Nesse sentido, especialistas propõem que as tecnologias online sejam aproveitadas para fornecer redes de apoio social e um sentimento de pertencimento a essas pessoas. Nos casos em que o acesso às tecnologias digitais é comprometido, as intervenções podem ocorrer por meio de contato telefônico frequente com pessoas importantes para o idoso, incluindo familiares e amigos próximos, organizações voluntárias ou profissionais de saúde, de modo a diminuir a solidão e melhorar o bem-estar geral.</p>
<p>Fonte: cisa.org.br</p>
</div>
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		<title>Como posso ajudar um dependente químico que não quer ajuda?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 15:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A maioria dos usuários de substâncias químicas não reconhece que são pessoas dependentes, pois vivem a angustiante dualidade de não querer mais consumir a droga e, ao mesmo tempo, não entender como podem viver sem ela. Familiares e amigos sofrem ao tentar estabelecer estratégias em como ajudar um dependente químico e fazê-lo reconhecer que precisa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3975 size-full" src="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/191343-como-posso-ajudar-um-dependente-quimico-que-nao-quer-ajuda.jpg" alt="" width="1000" height="667" srcset="https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/191343-como-posso-ajudar-um-dependente-quimico-que-nao-quer-ajuda.jpg 1000w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/191343-como-posso-ajudar-um-dependente-quimico-que-nao-quer-ajuda-300x200.jpg 300w, https://clinicareencontro.com.br/wp-content/uploads/2020/05/191343-como-posso-ajudar-um-dependente-quimico-que-nao-quer-ajuda-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>A maioria dos usuários de substâncias químicas não reconhece que são pessoas dependentes, pois vivem a angustiante dualidade de não querer mais consumir a droga e, ao mesmo tempo, não entender como podem viver sem ela. Familiares e amigos sofrem ao tentar estabelecer estratégias em como ajudar um dependente químico e fazê-lo reconhecer que precisa de tratamento.</p>
<p>O apoio e a ajuda são atitudes fundamentais para que os dependentes tenham um tratamento positivo. Porém, é preciso saber como ajudar, pois muitas famílias acabam, sem querer, agindo como aliados do consumo e dos comportamentos inadequados.</p>
<p>Diante dessa situação crítica, é compreensível que familiares e amigos tenham muitas dúvidas sobre como agir adequadamente. Por isso, existem algumas dicas fundamentais para dar suporte a um dependente químico que não quer ajuda. Continue e leitura!</p>
<h2>Procure um lugar calmo para conversar</h2>
<p>O primeiro passo para ajudar um dependente químico é estabelecer uma relação de proximidade, confiança e segurança. Para isso, procure um momento a sós para conversar e oferecer todo apoio e ajuda que ele precisa.</p>
<p>É importante não se colocar no lugar de cúmplice, demonstrando conivência com as escolhas ruins que ele fez, mas sim oferecer um diálogo aberto e franco, com o objetivo de fazer o dependente entender sobre os impactos do vício e reconhecer que sua ajuda é mesmo necessária.</p>
<p>Para isso, é muito importante se preparar. Tenha a certeza de que reuniu todas as informações existentes sobre o vício, para saber como conversar e expor suas ideias, conscientizando o dependente sobre os perigos que ele corre.</p>
<p>Então, escolha um local público, onde o dependente se sinta seguro, pois esse é um diálogo muito difícil e desconfortável para ambos. Procure apresentar suas preocupações com clareza, mostrando situações em que o vício têm causado problemas. Além disso, deixe claro que, caso o dependente queira se tratar, haverá sempre disposição para ajudá-lo.</p>
<p>Para auxiliar na conversa e buscar o equilibro, caso aconteça algum conflito, leve um mediador para fazer parte da conversa. Alguém em que ambos possam confiar e ter segurança, mas que também seja uma pessoa que não tenha uma ligação tão intensa e emocional com o dependente.</p>
<h2>Use palavras de apoio e incentivo</h2>
<p>Para alcançar a proximidade com o dependente, especialmente quando se trata de um familiar muito próximo, esteja sempre alerta e vigilante com seu modo de falar. Palavras negativas e xingamentos terão efeito contrário e contribuirão para piorar a convivência.</p>
<p>Para isso, é essencial estabelecer controle emocional, não deixando que o nervosismo e a decepção invadam seu coração e alcancem as palavras, pois, uma vez proferidas, elas não voltam atrás.</p>
<p>Sempre que estiver com o dependente, busque palavras para incentivar e demonstrar atitudes positivas, evitando brigas e conflitos. Isso não significa compactuar com os erros, mas criar uma conversa amigável, prazerosa, confiável e de proximidade, pois o foco é promover a ajuda necessária.</p>
<p>Uma estratégia pode ser apontar alguns comportamentos que não são aprovados, sem exagerar nas críticas ou ameaçar com punições. Em seguida, ofereça sua presença como um suporte na tentativa de buscar o tratamento.</p>
<h2>Crie uma estratégia de como ajudar um dependente químico sem acusações</h2>
<p>Em qualquer relação, acusações são sempre o pior caminho na busca por soluções para os conflitos. O dependente químico precisa confiar em quem está se disponibilizando a ajudá-lo, por isso estabelecer um relacionamento nesse tom não ajudará em nada.</p>
<p>Para muitas famílias, após descobrir que a pessoa é dependente, o primeiro impulso é querer assumir o controle, impondo castigos e fazendo comparações. Não tenha essa reação, pois ela pode fazer a pessoa se afastar, o que contribui para afundá-la ainda mais no vício.</p>
<p>Os familiares devem avaliar a situação e os acontecimentos ao redor, para encontrar os motivos que possam ter estimulado o uso de uma substância entorpecente. Assim, pressionar o dependente não é o melhor caminho. Antes é preciso estabelecer um vínculo, para que ele saiba com quem pode contar e assim encontre o tratamento mais eficaz.</p>
<h2>Estabeleça limites</h2>
<p>O consumo de substâncias químicas faz o dependente perder alguns parâmetros de convívio social e familiar. O uso das drogas não gera apenas problemas de saúde, mas também de relacionamentos interpessoais, escolares/profissionais e, às vezes, até jurídicos.</p>
<p>Isso torna a situação bem mais complicada. Fica difícil estabelecer uma forma de ajudar um dependente químico que não quer ser auxiliado. Por isso, é muito importante estabelecer limites do que pode e do que não pode ser feito, especialmente quando a pessoa estiver sob efeito das drogas.</p>
<p>Para isso, é necessário se afastar e deixar que o dependente perceba que suas ações têm consequências sob seus relacionamentos. O afastamento não precisa ser somente físico, mas pode incluir atitudes como não realizar as tarefas que o dependente deveria fazer em casa, no trabalho ou na escola. Além disso, não cobrir suas despesas, para que, estando sóbrio, tenha que encarar os impactos dos seus atos e do seu vício.</p>
<h2>Busque ajuda médica</h2>
<p>Quando um familiar ou amigo busca por soluções de como ajudar um dependente químico, um passo importante é encontrar um profissional preparado, que possa oferecer conselhos e determinar o tratamento adequado para aquele tipo de vício.</p>
<p>O médico especializado poderá propor o uso de medicamentos e encaminhá-lo para uma clínica de reabilitação. Por isso, é importante conhecer a clínica e saber qual a metodologia utilizada na reabilitação dos dependentes.</p>
<p>O tratamento deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, que inclua médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e orientadores, que possam fazer um acompanhamento periódico do paciente e avaliar a evolução do tratamento.</p>
<p>Para garantir que o dependente sinta-se confortável, ofereça companhia para ir às consultas, acompanhar as conversar com os médicos e visitar a clínica escolhida, pois é essencial que ele saiba do apoio que possui, e que não está sozinho no processo de recuperação.</p>
<p>É muito comum enfrentar alguma recaída nesse processo, o que gera frustração e sentimento de derrota no paciente. Por isso, tente agir com naturalidade, espere o momento certo para falar e não imponha cobranças. Apenas auxilie na oportunidade de recomeçar, pois isso é determinante para a permanência e o sucesso do tratamento.</p>
<h2>Procure ajuda também</h2>
<p>Enfrentar as consequências da dependência química de um familiar ou amigo é uma situação extremamente delicada e penosa pois, no dia a dia, os sentimentos de raiva, culpa e medo tomam conta dos pensamentos.</p>
<p>Por isso, parte do processo de como ajudar um dependente químico envolve a busca por  assistência para familiares e amigos envolvidos. Existem, em muitas cidades, grupos que promovem encontros, físicos e on-line, com o objetivo de reunir familiares de dependentes para oferecer ajuda mútua, ensinando como agir e compartilhando tratamentos eficazes para os pacientes.</p>
<p>Escolher o caminho da reabilitação não é uma decisão conjunta pois, somente o dependente pode reconhecer sua dependência e optar por investir em um tratamento.</p>
<p>Porém, o empenho dos familiares em descobrir como ajudar o dependente químico é o combustível para que sintam-se amparados e possam utilizar todo o apoio, cuidado e confiança que lhes são oferecidos para deixar o vício e seguir em busca da recuperação.</p>
<p>Fonte: hospitalsantamonica</p>
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		<title>Coronavírus bloqueia rotas do tráfico de drogas e dificulta distribuição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2020 14:08:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de cocaína colombianos estão sem gasolina, que era contrabandeada da Venezuela. Produzida e distribuída localmente, uma maconha é menos afetada. &#160; &#160; Como medidas restritivas impostas pelos governos para conter uma pandemia de  coronavírus  provocam rupturas em todas as cadeias de negócios. Até os ilícitos. Segundo um relatório do UNODC, o escritório da  ONU [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="article-subtitle"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Produtores de cocaína colombianos estão sem gasolina, que era contrabandeada da Venezuela. </span><span style="vertical-align: inherit;">Produzida e distribuída localmente, uma maconha é menos afetada.</span></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Como medidas restritivas impostas pelos governos para conter uma pandemia de  </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">coronavírus </span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> provocam rupturas em todas as cadeias de negócios. </span><span style="vertical-align: inherit;">Até os ilícitos. </span><span style="vertical-align: inherit;">Segundo um relatório do UNODC, o escritório da  </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">ONU</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">  para crimes e  </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">drogas</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> , uma quarentena global está bloqueando uma série de rotas de  </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">tráfico de drogas</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> , dificultando a vida dos criminosos. </span><span style="vertical-align: inherit;">Diversos países já apresentam escassez de entorpecentes.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">O relatório de evidências como comércio ilegal de substâncias depende de meios legítimos de logística para atividades relacionadas ao camuflar. </span><span style="vertical-align: inherit;">“Como as drogas são normalmente escondidas e transportadas em caminhões ou caminhões carregados com produtos legais”, afirma uma agência. </span><span style="vertical-align: inherit;">Com pessoas impedidas de sair de casa, o tráfico também não consegue entregar seus produtos ao consumidor. </span><span style="vertical-align: inherit;">De acordo com o UNODC, uma pandemia que afeta o mercado de drogas em todos os aspectos, desde a produção até o consumo.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Drogas sintéticas, como  </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">metanfetamina</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> , costumam ser transportadas em rotas aéreas intercontinentais. </span><span style="vertical-align: inherit;">As restrições às viagens estão provocando grandes rupturas no fornecimento desses entorpecentes. </span><span style="vertical-align: inherit;">“Uma interrupção dos voos deve causar um impacto importante no tráfico de drogas sintéticas para países como Coreia, Japão e Austrália”, indica o relatório.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">No caso de heroína, o transporte costuma ser feito por vias terrestres, mas os traficantes estão buscando vias marítimas. </span><span style="vertical-align: inherit;">Uma recente apreensão da droga no Oceano Índico indica uma mudança de estratégia.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">A  </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">maconha</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">  é o produto menos afetado. </span><span style="vertical-align: inherit;">“Em contraste com outras drogas, cuja produção é concentrada em poucas regiões, a maconha é cultivada em praticamente todos os países”, afirma a ONU. </span><span style="vertical-align: inherit;">“Produtos à base de  </span></span><em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">cannabis</span></span></em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">  geralmente são distribuídos localmente por meio de rotas curtas e domésticas.” </span><span style="vertical-align: inherit;">Não há indicação de rupturas no comércio do entorpecente, embora, na Europa, a demanda tenha aumentado em razão da quarentena, ou que possa intensificar o tráfico entre o Norte da África e o Velho Continente.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">O tráfico internacional de cocaína demonstra resiliência. </span><span style="vertical-align: inherit;">As apreensões de drogas na América Latina e na Europa apontam para uma perda de fluxo de mercadorias, especialmente por vias marítimas. </span><span style="vertical-align: inherit;">Por outro lado, há indicadores de redução de oferta de produtos importados em grandes mercados, como os Estados Unidos e o Brasil, que dependem do transporte terrestre.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Na Colômbia, uma pressão das autoridades aumentou durante uma pandemia. </span><span style="vertical-align: inherit;">A política do governo de erradicação de plantas vem surtindo o efeito e derrubando a produção. </span><span style="vertical-align: inherit;">Entre os produtores da região leste, na fronteira com a Venezuela, o problema é a falta de gasolina no país vizinho, de onde os traficantes obtêm ou o combustível contrabandeado.</span></span></p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">De acordo com o relatório, é possível presumir que uma ruptura da cadeia de registro de tráfico de drogas levará a um aumento no estoque de produtos. </span><span style="vertical-align: inherit;">Quando as restrições principais são levantadas, existe o risco de um pico de oferta, com drogas de menor qualidade, gerando um crescimento no consumo de cocaína e danos aos usuários.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Fonte: exame</span></span></p>
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		<title>Usuário X dependente: qual a diferença?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Góes (Admin)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2019 19:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Usuário X dependente: qual a diferença? &#160; Existem muitas dúvidas quanto ao uso de drogas de forma recreativa e dependente, inclusive, muitos dependentes se escoram na afirmativa de que são apenas usuários recreativos da substância, justamente para não reconhecerem que estão viciados e precisam de ajuda. Mas sim, existem alguns fatores que diferenciam uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div class="entry-content clr">
<p><strong>Usuário X dependente: qual a diferença?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem muitas dúvidas quanto ao uso de drogas de forma recreativa e dependente, inclusive, muitos dependentes se escoram na afirmativa de que são apenas usuários recreativos da substância, justamente para não reconhecerem que estão viciados e precisam de ajuda.</p>
<p>Mas sim, existem alguns fatores que diferenciam uma pessoa usuária de uma dependente, e é sobre esses fatores que falaremos no texto abaixo. Tem interesse por esse assunto? Então continue lendo e tire todas as suas dúvidas. Boa leitura!</p>
<p><strong>Usuário ou dependente de drogas?</strong><br />
Antes de qualquer coisa, é importante deixar claro que nem todo usuário vai se tornar um dependente químico, mas que todo dependente químico já foi um simples usuário. Ou seja, não tem como ficar “imune” quando se está inserido nesse mundo.</p>
<p>A iniciação no mundo das drogas é parecida (ou até mesmo igual) para ambos. Experimentando uma substância psicoativa seja por curiosidade, pressão social, ou até mesmo o desejo de sentir coisas novas e criar uma nova realidade. A partir disso, caso tenha gostado da sensação provocada pela droga, é comum que passe a fazer uso da mesma em ambientes que sejam favoráveis para isso. No entanto, o consumo da substância em nada altera a forma como o indivíduo conduz sua vida, seus compromissos profissionais, sociais e pessoais.</p>
<p>Como já citamos, essa é a forma como quase todas as pessoas são iniciadas no mundo das drogas. O que difere o usuário do dependente é o caminho que tomam a partir daí.</p>
<p><strong>A mudança de usuário para dependente</strong><br />
O primeiro sinal de que o uso de drogas está se tornando uma dependência é a ruptura de laços sociais, seguido por mudanças comportamentais. Em outras palavras, se perde o controle do uso da substância, ou melhor, o controle pelo desejo do uso da substância. Se antes o indivíduo fazia uso da droga apenas em espaços que fossem favoráveis para isso, agora o que fala mais alto é a sua necessidade pelo efeito que a droga pode causar em seu corpo.</p>
<p>E, como bem sabemos, com o passar do tempo e o aumento do uso, a droga vai “perdendo” a força do efeito, fazendo com que o dependente precise de doses cada vez maiores, tornando-se completamente viciado e controlado pelos seus impulsos em busca da substância. Assim, o dependente acaba perdendo o poder que detinha sobre seu comportamento.</p>
<p>A partir disso, é comum que ele passe a cortar seus vínculos familiares, afetivos e até mesmo comprometa os profissionais. Não são poucos os casos de pessoas que perderam seus empregos porque simplesmente não conseguiam mais ir até o local de trabalho, pois estavam imersas no mundo do consumo de drogas.</p>
<p><strong>A distinção e o tratamento</strong><br />
Como já dissemos anteriormente, nem todo usuário é dependente, mas todo dependente já foi usuário um dia, e quando se é usuário, se assume no mínimo o risco de tornar-se dependente. Dessa forma, fazer a distinção entre usuários e dependentes químicos é crucial para saber que tipo de tratamento aplicar a um e a outro, quando solicitado, é claro.</p>
<p>Fonte: gruporecuperandovida</p>
</div>
<div class="post-tags clr"></div>
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